1 Faça um safári. De preferência de luxo. O país oferece ainda os safáris mais aventureiros, como de balão ou mountain bike, e até no mar.
Cidade do Cabo
2 Inclua, sem pestanejar, a Cidade do Cabo (Cape Town) em seu roteiro. Além da beleza natural, o destino tem uma atmosfera que conquista o visitante. É também uma das cidades mais liberais da África do Sul. Ou seja, cabem todas as tribos. Veja a seguir o que fazer por lá.
3 Cape Town é chamada de Cidade-mãe (Mother City) e é adorada por todos os sul-africanos. A Table Mountain (Montanha da Mesa) é o Cristo Redentor local. Vista de vários pontos, parece um fundo de tela permanente da cidade. Ou quase, pois o clima instável é uma das característica da região no entorno da montanha, que em uma hora pode ir de descoberta e coberta por uma névoa intensa. Quando a névoa está fininha, dizem que a mesa está com sua toalha branca. É lindo, mas névoa significa que o teleférico que leva até o topo (e as gôndolas giram 360 graus) não estará funcionando. A dica é: olhou para a Table Mountain e ela está livre e desimpedida, corra para sua base, pare tudo que está fazendo e desfrute do passeio. Mas vale ligar antes para checar se os ventos também não fecharam o teleférico. Em alguns casos, ele abre para descer, mas não para subir. O que quer dizer que o visitante tem de subir por uma das diversas trilhas que existem. Uma trilha de nível médio pode ser encarada em cerca de três horas. É bom levar água e estar com calçados apropriados. A vista vai aos poucos se mostrando e lá no topo, a sensação de conquista é inevitável. Vale também tirar fotos da Table Mountain de diversos ângulos da cidade. Como ela está muito próxima, ao contrário do Redentor carioca, por exemplo, a foto vai ganhar uma moldura bem interessante. E o reflexo do sol sobre a rocha cria efeitos fantásticos.
4 Para quem gosta da noite, Cape Town é a cidade certa. A recomendação é evitar andar a pé à noite em longas distâncias (os táxis são baratíssimos) e sempre andar acompanhado. No mais, é se divertir. Long Street é a principal rua de animação, mas ao longo das praias, há diversos restaurantes, points e casas noturnas, que funcionam com limitação no inverno e bombam no verão. A cidade tem uma vida gay agitada e bem variada. Também para quem gosta de jazz há muitas opções e até um festival no início de abril.
5 A gastronomia é outro ponto forte de Cape Town. A cozinha africana se mistura à tailandesa, italiana, fusion... Além de barata, mesmo nos restaurantes gourmets, comparado com o Brasil, é de qualidade. O V&A Waterfront, um dos points turísticos de Cape Town, com shopping, marina e restaurantes, oferece algumas das melhores opções gastronômicas. É um local para se passar uma tarde, uma noite e para sempre dar uma passadinha para relaxar, comer ou comprar algo.
6 Hospedar-se perto ou dentro do V&A Waterfront é um luxo e o Guia PANROTAS África do Sul experimentou este ano o sensacional Cape Grace. Os apartamentos, com luxo de muito bom gosto, que acolhe os hóspedes de forma natural, têm vista para a marina, o V&A e para a Table Mountain. Os funcionários são daqueles que chamam os hóspedes pelo nome, atendem a qualquer requisição (por exemplo, ficam checando se a Table Mountain já abriu), indicam bons programas e te deixam bem à vontade. Um motorista leva os clientes a locais nas redondezas. De graça, claro. É um hotel para quem tem bom gosto e preza serviço, localização e conforto com requinte. Premiadíssmo, merece toda a mística que se criou em torno dele nos últimos dez anos. No Brasil, é representado por Erik Sadao, da The Marketing Collection.
7 Nelson Mandela é um ícone não apenas sul-africano ou africano, mas mundial. Aos 90 anos, ainda causa muita emoção quando aparece. Robben Island, na Cidade do Cabo, é a antiga ilha-prisão, hoje um passeio imperdível, como Alcatraz, em San Francisco, nos EUA. Alguns ex-presos políticos do local ainda trabalham ou têm depoimentos na agora atração turística.
8 O vinho produzido na região é muito famoso. As Cape Winelands (vinícolas da região do Cabo) são também um produto turístico, atraindo os amantes do vinho para roteiros rápidos ou demorados. Pra quem não tem muito tempo, a região de Constantia é a indicada, pois está bem perto de Cape Town. Mais distantes estão Stellenbosch, Paarl, Wellington e Franschhoek.
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Cape Town é ponto de partida ou chegada de alguns passeios importantes, como o de observação de baleias (em Overberg) ou mesmo da Rota Jardim.
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O estádio Green Point, bem perto do V&A, vai ser o orgulho da cidade na Copa de 2010. Com capacidade para 70 mil torcedores, vai transformar a já agitada área em um point ininterrupto 24 horas por dia.
11 Aventura seu nome é Cape Town, ou vice-versa. Para quem gosta, claro. Assim como a Rota Jardim, conhecida por seus esportes radicais, ecoturismo e experiências que deixam qualquer um mais corajoso, a região da Cidade do Cabo também oferece mergulho com tubarões brancos (em Gansbaai), surfe radical em Hout Bay, paraquedismo em Melkbosstrand e kte surfe em Langebaan. Ah, sim, quem gosta de rafting e canioning, o destino certo é a Suicide Gorge, em Kloof. Mas não se espante com o nome. Procure uma empresa especializada e divirta-se.
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Um dos passeios mais bonitos de Cape Town é em direção ao parque do Cabo da Boa Esperança e Cape Point. Os mais animados podem seguir até o Cabo Agulhas, ponto mais extremo da África (ao sul). O parque é belíssimo e inclui desde animais selvagens (avestruz, por exemplo) até fotos do tipo cartão-postal. Entre Cape Point e o Cabo da Boa Esperança, a bela praia de Lovers Beach. Vale passar a tarde no parque, explorando suas vistas espetaculares. Subir de funicular até o histórico farol e ver os dois cabos lado a lado, e ainda admirar o encontro dos oceanos Índico e Atlântico também é deslumbrante. Não se assuste se sair de Cape Town debaixo de névoa, quase não enxergando as bonitas praias do litoral, como Camps Bay. O clima muda rapidamente e, ao chegar ao Cabo da Boa Esperança, o sol já pode estar brilhando. Espere diversas mudanças de tempo no mesmo dia em Cape Town e região e vá preparado para isso.
13 Madagascar é aqui. Estamos falando do desenho animado de sucesso e dos pinguins que são destaque com seus maneirismos e pose de agente secreto. Pois na África do Sul eles têm uma praia só para eles. É possível visitá-la no retorno do passeio ao Cabo da Boa Esperança. Pode-se almoçar em Simon’s Town e depois visitar a praia de Boulders, onde fica uma reserva de pinguins africanos. Aqueles que urram como asnos e ficaram conhecidos no passado como Jackass Pinguins. E o barulho que fazem parecem urros de burros mesmo.
14 Recomende ao guia para visitar uma township, uma favela de contêineres sul-africana. Mas não aja como turista. Interaja, sorria. Os moradores gostam de mostrar suas vilas e fazer parte do roteiro turístico. Recomendamos uma chamada Masiphumelele. Muito parecida com o que há no Brasil. O impressionante é ver lojas funcionando dentro de contêineres. O povo é bem receptivo, mas a visita deve ser feita com um guia. Como nas cidades brasileiras, teoricamente não há mais o racismo legalizado, mas sim a separação social. Mesmo os “marrons”, como são chamados os morenos ou pardos, moram em favelas melhores que alguns negros.
15 Dica de vista da Table Mountain: a partir do Castelo da Boa Esperança. Ela fica sobre nossas cabeças. O passeio ao castelo também é interessante.
16 Para comprar produtos típicos: Green Market. Mas não se esqueça de que a dica é pechinchar muito. Encha os ouvidos dos vendedores. E se eles não baixarem os preços em pelo menos 50%, é só dar meia volta e não comprar.
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Não se esqueça de que passar por Bo Kaap (foto) e tirar fotos das casas coloridas que fazem sucesso entre turistas de todo o mundo é uma ótima pedida. Nas redondezas, há muitas opções noturnas.
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A famosa Rota Jardim pode ser feita com ou sem Cape Town. Trata-se de uma parte do litoral, entre as províncias de Western e Eastern Cape, com praias maravilhosas, cidadezinhas pitorescas, vinícolas e hotéis de luxo, como o Pezula, em Knysna. Explorar essa região de carro é a melhor pedida. E há dois roteiros de atividades possíveis: optar pelo glamour e desfrutar da praia e das paisagens (além da gastronomia) ou partir para algo mais aventureiro. A primeira opção agrada mais aos turistas americanos mais velhos. A segunda, é mais a cara do novo turista brasileiro, que quer se aventurar em esportes radicais. O hotel Pezula, um dos mais luxuosos da África do Sul, oferece um meio termo, pois está próximo de diversos esportes radicais (e tem em sua propriedade cavalgadas, golfe e spa) e dispõe de opções de luxo à beira-mar, como um castelo privado de frente para a praia, com diária a US$ 10 mil. É para chamar os amigos e a família e desfrutar uma vida de rei. Sim, há a terceira opção para os backpackers explorarem tanto Cape Town como a Rota Jardim. Mas geralmente esses turistas se viram sozinhos e não consultam tarifas hoteleiras ou aéreas em agências de viagens. Se você é um profissional de viagens, concentre-se no padrão Pezula e o retorno, para você e seu passageiro, será bem maior.
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Mesmo não se hospedando no castelo do Pezula, visite a Praia de Noetzie, pequeninha, mas muito bonita. Quem está hospedado no Pezula (foto) tem transfer até lá e ainda pode almoçar em um restaurante exclusivo para hóspedes. Que tal um piquenique na praia? A cidade de Knysna, que parece saída de um filme rodado no litoral inglês ou americano (em estilo vitoriano) também merece algumas caminhadas.
Durban
20 Se em Cape Town o clima é pródigo em mudanças, na cidade de Durban ele é perfeito. O sol brilha quase todo o ano. As praias, portanto, são destaque na cidade, incluindo muitas opções para os surfistas. Algumas praias famosas: Blue Lagoon, North Beach e South Beach. Afastando-se um pouco do centro, também se encontram ótimas praias.
21 A noite em Durban, cidade com grande influência indiana, é fantástica. Tem de tudo. A rua mais famosa é a Florida Road, mas a Golden Mile, litorânea, também tem suas atrações. Na Florida Road é grande a oferta de restaurantes, bares, pubs e casas noturnas. A cidade, onde todo ano ocorre a feira de turismo Indaba, parece um grande balneário da década de 70, com algumas áreas velhas e até feias, mas guarda seus charmes. É só descobri-los.
22 Durban tem até parque temático, o Ushaka Marine World.
23 As compras são ponto alto e há diversos mercados indianos. O Gateway Centre, em Umhlanga (sim, é difícil pronunciar...mas é só pedir que o guia mostrará esse e outros exemplos diferentes), tem de tudo. Outros shoppings recomendados são o Workshop, o La Lucia Mall e o Pavillion. Mercados populares incluem a Grey Street e o Warwick Triangle Market.
24 Passeios pelos arredores, alguns puramente turísticos, incluem visitas às vilas zulus (Zululand), o Isimangaliso Wetland Park, a reserva de safáris de Hluhluwe/Imfolozi, o famoso parque nacional de Ukhalamba Drakensberg e a região de Midlands Meander, que pode ser sobrevoada de diversas formas. Até a Copa de 2010, Durban vai sediar importantes eventos esportivos, incluindo surfe e corrida de cavalo. Sem falar no rugby, esporte que faz muito sucesso entre a população branca, já que a negra é fã mesmo do futebol.
25 No inverno, no ltoral da província de KwaZulu-Natal, pode-se ver a famosa corrida das sardinhas, que fogem para águas mais quentes e são vistas em cardumes gigantescos.
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O estádio de Durban para a Copa de 2010, considerado por muitos o projeto mais bonito, é o Moses Mabhida (na foto, ainda em construção, em maio de 2009). Uma das semifinais será disputada na cidade. O estádio terá capacidade para 70 mil torcedores.
27 Em Aliwal Shoal, também há mergulho com tubarões, só que do tipo tigre (em Cape Town são tubarões brancos). E em Drakensberg, há diversas opções de esportes de aventura.
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Não deixe de experimentar a cozinha indiana e de comprar o artesanato zulu. São duas marcas fortes de Durban.
Johanesburgo
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Tal qual São Paulo, Johanesburgo tem de tudo e é conhecida pelos negócios. Todos passam pela cidade, que recebe sul-africanos, africanos e turistas do mundo todo de braços abertos. Claro que há uma rixa saudável com Cape Town (a mais bonita), mas há espaço para todos. Johanesburgo faz questão de mostrar sua força e terá dois estádios para a Copa de 2010, o Ellis Park e o já famoso Soccer City, considerado o Ninho do Pássaro da Olimpíada de Pequim. O Soccer City, com seus 95 mil lugares, vai sediar nada menos que a abertura e a final da Copa de 2010.
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Como São Paulo, a vida noturna é ponto forte da cidade. Há desde os clubes populares e pubs animados de Soweto até as casas de jazz de Newtown, passando por diversas outras opções. Informe-se em seu hotel e vá sempre de táxi e acompanhado, claro. A cidade também tem cassinos.
31 O Soccer City fica em Soweto, que hoje já é parada obrigatória para quem quer experimentar a gastronomia típica e ver as cores locais. Mas o famoso bairro abriga também o Mandela House Museum, o Hector Pieterson Museum e a lendária rua Vilakazi, onde moraram tanto Mandela quanto o arcebispo Desmond Tutu. É a única do mundo onde dois ex-moradores ganharam o Nobel da Paz.
32 Jozi ou Joburg, como é chamada pelos locais, Johanesburgo tem inúmeras galerias de arte, centros de artesanato, mercados populares e shoppings de alto padrão. Visite os centros de compra em Sandton City, na Nelson Mandela Square, Eastgate e Southgate, além do Maponya Mall, em Soweto.
33 Soweto também é conhecida pelas opções de esporte de aventura, incluindo bungee jump do topo de suas torres coloridas. Também há mais aventura radical no voo Pitt Special, nas cavernas de Sterkfontein, nas águas de Magaliesberg e nas minas de Mount Mayhem.
Mangaung / Bloemfontein
34 Outra sede da Copa de 2010, Mangaung/Bloemfontein é conhecida pela paixão por esportes. Não a toa, foi sede da Copa das Confederações 2009, vencida pelo Brasil, que jogou lá. Portanto, um programa imbatível é encontrar um animado pub e assistir aos mais diversos jogos. Trata-se de uma típica cidade sul-africana, com uma mistura de ar rural e hospitalidade com modernidade.
35 Adora experimentar comida típica? Pois a típica carne sul-africana e todos os seus acompanhamentos são marca registrada de Bloemfontein. Incluindo as irresistíveis costelinhas de porco. Não perca as boerewors (salsichas) on the braai (na grelha, como churrasco).
36 As compras típicas na região são feitas em diversos lugares, como a Bloem Plaza e Crossroads. O Loch Logan Waterfront é uma versão mais aconchegante do V&A de Cape Town.
37 Trata-se de uma boa região para visitar as famosas favelas, que aqui incluem experiências culturais, com muito jazz, dança e comidas típicas.
38 Bloemfontein é conhecida como Cidade das Rosas. Há mais de quatro mil roseiras no King’s Park. E no parque há um famoso mercado de artes, que só ocorre uma vez por mês. Pertinho de Bloemfontein estão atrações e destinos interessantes como Clarens e o parque nacional Golden Gate. Para o ecoturismo, procure a Maria Moraka Reserve, a Bloemfontein Orchid House e o Soetdoring Nature Reserve and Predator Park.
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O Free State Stadium será um dos maiores na província de mesmo nome, com capacidade para 48 mil pessoas. Já velho conhecido dos brasileiros, foi onde a seleção estreou para vencer a Confederation Cup 2009.
Nelspruit
40 Nelspruit é o portão de entrada para o famoso Kruger National Park. Também está no centro das atenções para quem busca a Rota Panorama, o Pilgrim’s Rest, entre outras atrações naturais, históricas e de aventura. Pilgrim’s Rest, por exemplo, é um monumento vivo dos dias da corrida do ouro no país. A cidade mineira parece ter parado no tempo e mantém seu charme.
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A cultura ndebele, uma das mais ricas da África do Sul, tem em Nelspruit um importante centro. Na mesma linha, cultural, inclua no roteiro a visita à favela de Kanyamazane e ao Shangana Cultural Village, em Hazyview.
42 Quem for visitar Nelspruit para a Copa e quiser esfriar a cabeça entre os jogos, que podem ser tensos, dependendo dos resultados de sua seleção (ainda não se sabe quem vai jogar lá), pode escolher diversos refúgios naturais, muitos deles com diversão radical, ou seja, com muita adrenalina para soltar. Entre essas opções está o famoso cânion de Blyde River, as cataratas Mac Mac, a reserva Sabi Sand, God’s Window (no topo das montanhas Drakensberg, com vista até onde os olhos alcançarem) e as cavernas de Sudwala, as mais antigas do mundo.
43 O estádio para a Copa de 2010 será o Mbombela Stadium, com 46 mil lugares. Ah, o forte da gastronomia local é a caça, do crocodilo aos impalas.
Nelson Mandela Bay / Port Elizabeth
44 Nelson Mandela Bay e Port Elizabeth são para quem gosta de praia, esportes aquáticos e natureza. Port Elizabeth é uma das cidades que limitam a chamada Rota Jardim, que fica entre ela e Cape Town, repleta de aventura, resorts, esportes aquáticos, belas praias e visuais sinuosos.
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A província de Eastern Cape se gaba de ter não os cinco grandes (big five) e sim os big seven (sete grandes), já que em seus passeios pode-se fazer um safári e ver o rinoceronte, o leão, o leopardo, o elefante e o búfalo, mas também, no mar, avistar de perto o Grande Tubarão Branco e a baleia Southern Right.
46 Aqui, o artesanato que predomina é da etnia xhosa. Levar alguma peça para casa é de lei. Mais compras podem ser feitas no Walmer Park, The Bridge, Greenacres Shopping Centre e no Moffet on Main. Nos finais de semana, não dá para perder o Art in Park.
47 As principais praias da região estão na baía de Algoa. Mesmo no inverno sul-africano, a temperatura é bem agradável em Port Elizabeth. Praia e safáris. Essa é a oferta maior da região. E ainda reservas livre da malária: Shamwari, Addo Elephant National Park, Kwantu, Pumba e Kragga Kamma são alguns.
48 O maior bungee jump comercial do mundo está aqui, na ponte sobre o rio Bloukrans. São 216 metros de queda livre.
49 Aulas de surfe são renomadas em J-Bay, o ‘Havaí local’.
50 O mergulho por entre navios naufragados, escaladas e passeios de 4 x 4 pelo Vale da Desolação devem estar na lista dos aventureiros.
51 Com espaço para 50 mil torcedores, o Nelson Mandela Bay Stadium fica em Port Elizabeth.
Polokwane
52 Polokwane é a capital da província de Limpopo, bem no norte do país, fazendo fronteira com Moçambique, Zimbábue e Botsuana. Assim como outras localidades da África do Sul, como Johanesburgo e Durban, tem cassinos e uma agitada vida noturna. Os night- clubs mais típicos do país estão aqui. Vai experimentar?
53 Curiosidades que não se pode perder: a primeira é o Amarula Lapa, em Phalaborwa, onde se descobre porque o elefante fica louco quando experimenta a fruta da árvore marula. E ainda não deixe de visitar o grande baobá perto de Modjadjiskloof. Dá para entrar na árvore, é o mais antigo baobá do mundo.
54 Compras? Não tenha dúvida: Savannah Mall. Ou nos mercados populares e ambulantes ao longo das ruas.
55 A região também faz fronteira com o Kruger e diversas reservas naturais, como Nylsvley e Modjadji. O lago Fundudzi e a floresta sagrada (Thatho Vonde) também são locais especiais.
Rustenburg
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No Kapama Game Lodge, os safáris podem ser feitos no lombo dos elefantes. E há tours a pé pelo Kruger. E para quem gosta de coisa radical...há alguns pratos com insetos, minhocas...
57 Rafting no cânion do rio Blyde e canyoning (kloofing) nas cachoeiras do George’s Valley são mais experiências que oferecem bem estar, desafios e paisagens belíssimas.
58 Com capacidade para 45 mil fãs, o Peter Mokaba Stadium tem esse nome em homenagem a um importante ativista político.
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Cidade tranquila, com reservas de safári fantásticas e muitas opções de esportes aquáticos, Rustenburg tem como marca o background da cadeia de montanhas de Magaliesberg. Mas também é conhecida por Sun City, a Las Vegas da África do Sul, com o famoso complexo hoteleiro The Palace, incluindo um seis estrelas repleto de excessos e luxo. Além de restaurantes, cassinos e entretenimento, o complexo possui um parque aquático, o Valley of the Waves.
60 Duas reservas da região são muito procuradas para safáris: Pilanesberg e Madikwe.
61 Não deixe de visitar o local onde um meteoro de 40 km de diâmetro atingiu a terra há dois bilhões de anos. As marcas estão lá até hoje, em Vredefort Dome. Há também diversos sítios arqueológicos, incluindo o de Taung, onde foi encontrado um crânio de uma criança com dois milhões de anos.
62 O estádio para a Copa de 2010 é o Royal Bafokeng, bem perto de Rustenburg e com capacidade para 42 mil pessoas.
63 Uma experiência tipicamente sul-africana é um jantar em uma Boma. Trata-se de um bufê ao ar livre, em local especialmente preparado. Dá para experimentar aqui, mas também em outras regiões da África do Sul, especialmente nos game lodges.
64 O passeio de balão sobre a reserva de Pilanesberg e a visita ao De Wildt Cheetah and Wildlife Centre são ótimas escolhas. A cheetah (ou chita e guepardo) é um dos animais mais difíceis de serem vistos nos safáris. Bem mais que qualquer ‘big five’.
Tshwane / Pretória
65 Capital administrativa da África do Sul, residência do presidente Jacob Zuma, Pretória está bem perto de Johanesburgo, a cerca de uma hora de carro. Por ser uma cidade repleta de universidades, tem muitos estudantes e uma vida noturna bem agitada.
66 Para as compras, Pretória é um paraíso. Alguns endereços são o Menlyn Park Shopping Centre, Brooklyn Mall, Centurion Centre, Kolonnade Shopping Centre e Sunnypark.
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Está sem tempo de fazer um safári? Arrume tempo. Está mesmo sem tempo? Ok, visite o zoológico de Pretória, o maior e melhor do país.
68 O Tswaing Museum é o primeiro museu ecológico da África do Sul. Foi construído na cratera formada por um meteorito que atingiu a terra há alguns milhares de ano.
69 Para apreciar a história local: The Union Buildings, The Voortrekker Monument, Church Square e The Tranvaal Museum.
70 Para saber mais sobre a história da humanidade, a visita imperdível é ao Berço da Humanidade (Cradle of Humankind). É patrimônio da humanidade, declarado pela Unesco.
71 Na reserva Rietvlei, dizem os especialistas, há boa chance de se avistarem rinocerontes e cheetas. Já para leões e rinocerontes, a pedida é a Rhino and Lion Nature Reserve.
72 A província de Gauteng tem nada menos que três estádios para a Copa de 2010: Soccer City e Ellis Park em Johanesburgo, e o Loftus Versveld Stadium, com capacidade para 50 mil pessoas, em Pretória. O estádio foi reformado, pois já é conhecido pelas disputas de rúgbi.
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Nos jogos de futebol e rúgbi, os sul-africanos levam uma barulhenta corneta chamada de vuvuzela. E os sul-africanos chamam carinhosamente sua seleção de Bafana, Bafana. O técnico deles é brasileiro (Joel Santana) e o uniforme também tem as cores verde e amarela.
74 Mais destinos conhecidos na região de Pretória: a reserva de safáris de Dinokeng, as montanhas de Magaliesberg (onde há passeios de balão) e a represa de Roodepaat, com esportes aquáticos e observação de pásaros.
Outras dicas
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POR TERRA, COM GLAMOUR
De trem pela África do Sul. Sim, essa é a proposta da Rovos Rail, companhia ferroviária de luxo, que faz roteiros saindo de lugares-chaves, como Pretória e Cape Town. A ideia é recriar, com muito luxo e conforto, as viagens de trem de antigamente (século 19 e começo do 20). As cabines têm banheiro, muitas contam com banheira, e parecem quartos de hotéis de luxo. O trem para para passeios, incluindo safáris, e na hora de dormir. A gastronomia é requintada e os proprietários cuidam pessoalmente de diversos detalhes das operações, para manter o padrão sempre elevado. Cada viagem embarca um máximo de 72 passageiros. A decoração é clássica, remetendo ao glamour de eras passadas, com todo o conforto do presente. Destinos imperdíveis que podem ficar melhor chegando de trem: Victoria Falls, George (Rota Jardim), Cape Town e Pretória.
“As rotas de trem são um dos grandes diferenciais sul-africanos, em relação aos outros destinos da África. Os trens cruzam o país de ponta a ponta e têm um valor acessível perto da linha de serviços all inclusive que os outros produtos oferecem também. São rotas de, no mínimo, dois dias e, quando o passageiro compra um roteiro, tem todos os serviços incluídos, mesmo os tours opcionais, que faz se quiser descer do trem”, explica Erik Sadao, da The Marketing Collection, representante da Rovos no Brasil.
Além da Rovos, a África do Sul conta com o também famoso e luxuoso Blue Train, em estilo mais moderno.
Arredores
76 Ilhas Maurício, Moçambique, Botsuana, Namíbia, Zimbábue, Tanzânia... As opções para combinar com a África do Sul são muitas e todas no mesmo nível: muitas experiências únicas, muita vida selvagem, muitos resorts de luxo.
Experts Não acredite em tudo que lê na internet. Não confie em qualquer um. Destinos como a África do Sul requerem especialistas, profissionais que vão testar os produtos todos os anos, gente que adora o país e conhece todos os melhores programas, resorts, lodges, passeios... Por isso damos alguns nomes (nomes de gente mesmo, pode procurá-los) para que você tire suas dúvidas.
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Ancoradouro Viagens
www.ancoradouroviagens.com.br
Juarez e Sílvia Cintra, juntamente com Leonardo Coutinho e Fernando Gaona, formam o grupo de experts da Ancoradouro Viagens, de Campinas. A operadora está trabalhando muito forte o destino, com roteiros especiais e treinamentos no interior de São Paulo. Coutinho indica que os passageiros que irão pela primeira vez ao destino não deixem de fazer o passeio completo ao Cabo da Boa Esperança, nos arredores de Cape Town. “É um passeio de dia todo, que tem saídas regulares. No caminho, os passageiros visitam lugares incríveis como a Praia dos Pinguins e a Ilha das Focas. Ao chegarem ao Cabo da Boa Esperança, uma paisagem encantadora recebe os turistas. Esse é um passeio para todas as idades, desde os mais idosos até os grupos de amigos e famílias”, explica Coutinho, que ainda aconselha aos viajantes aproveitar a variedade de atrações de Waterfront, também em Cape Town.
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CVC
www.cvc.com.br
A maior operadora da América Latina já vende África do Sul há bastante tempo, graças, em parte, ao talento de Barbara Piccolo para descobrir novos produtos, formatar roteiros para o perfil do público brasileiro e testar tudo o que vende. “É um destino único. E é o único lugar onde o passageiro pode estar no meio de uma savana com animais, que normalmente ele não veria em outro país. Uma dica é se hospedar em um lodge, à beira de um rio, com os animais indo à noite ou de manhã para beber água, inclusive podendo presenciar uma caça noturna”, diz ela. “Em um roteiro perfeito eu colocaria a Cidade do Cabo, passando três noites por lá, dois lodges à beira do Kruguer ou então em Pilanesberg, faria Sun City com o hotel The Palace, experimentaria um safári de balão, ou então andar no lombo de um elefante, e terminaria com Johanesburgo, jogando à noite em um dos cassinos.”
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Mandala
www.mandalatours.com.br
Renata Ickowicz segue os passos da mãe, Cleo, que fundou a Mandala há 24 anos e hoje trabalha no Turismo de Israel. Ambas são apaixonadas por culturas diferentes, destinos longínquos e experiências únicas, como na África do Sul e países vizinhos. Renata é uma fã, por exemplo, da Tanzânia. Uma das atrações que mais chamaram a atenção de Renata foi a famosa Cratera de Ngorongoro, a 2.236 metros acima do nível do mar e com 19 km de diâmetro. “É muito emocionante descer no jipe 4 x 4, com a vista do belo vulcão, sem imaginar a quantidade de animais selvagens que estarão lá embaixo, nos esperando: gnus, zebras, elefantes, búfalos, rinocerontes negros, flamingos rosas sobre o lado, de água salgada... Um lugar indispensável para os amantes da natureza.”
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Maxtravel
www.maxtravel.com.br
A Maxtravel prepara criteriosamente os roteiros para atender aos clientes das agências de turismo. Quanto à África, a operadora tem trabalhado no sentido de desmistificar o que até pouco tempo se pensava sobre o continente. De acordo com o diretor da Maxtravel e expert no destino, Germano Longo, a África do Sul, por exemplo, tem uma infraestrutura turística que cresce em ritmo frenético. “A Maxtravel segue ensinando sobre o destino, incluindo em seus roteiros ora mais tempo para safáris (para aqueles que pedem aventuras), ora a excelente culinária e os mais prestigiados vinhos na região das vinícolas africanas. Há em nossos roteiros passeios de balão, viagens em trens luxuosos, guias especializados, enfim, atendemos com preocupação de satisfazer sempre, em todos os detalhes”, afirma Longo.
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MMTGapnet
www.mmtgapnet.com.br
A operadora do grupo Gapnet tem uma das equipes mais tradicionais no mercado turístico, sob o comando da expert Ana Maria Berto. A empresa atende apenas agentes de viagens, especializou-se em Estados Unidos e Europa, e vem investindo bastante na África do Sul e arredores. Mariana Azevedo é a expert no destino africano na MMTGapnet. Ela é supervisora de operações da África do Sul. “É interessante enfatizar que as estradas da África do Sul são muito boas e bem sinalizadas. Acredito ser ideal fazer alguns roteiros de carro no país, como é o caso da Rota Jardim e da região das vinícolas. A mão inglesa não é um problema, já que, normalmente, o motorista adapta-se rapidamente. Explorar a Rota Jardim de carro, por exemplo, é fantástico, pois dá para fazer várias paradas e explorar toda a diversidade do destino. Aconselho reservar cinco dias para fazer a viagem, pegar um carro em Cape Town e seguir até Port Elizabeth, de onde saem voos para diversos destinos no continente”, declara Mariana.
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Nascimento Turismo
www.nascimento.com.br
A operadora da família Nascimento aposta em África do Sul há bastante tempo e tem um amplo leque de ofertas. “A experiência mais marcante na África do Sul é a grande diversidade cultural e de opções do país. Você tem, em um pequeno país, grandes cidades como Johanesbourgo e Cape Town, com características internacionais e, ao mesmo tempo, fauna e flora exuberantes, campos de golfe excelentes, mergulho com tubarões... Enfim, uma variedade enorme do que se fazer e aproveitar”, diz Oswaldo Freitas, especialista no destino na Nascimento Turismo.
“A culinária também é fantástica, tem bons vinhos e a cada dia você pode variar o cardápio. Vamos torcer para que o Brasil ganhe a Copa e temos certeza de que será um divisor de águas para o Turismo na África do Sul.”
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Queensberry
www.queensberry.com.br
Uma das pioneiras nos destinos mais distantes e talvez por isso mais fascinantes, a Queensberry investe em África do Sul há muito tempo, tornando-se referência quando o assunto é o destino. A diretora de Marketing, Eby Piaskowy, vai todo ano e experimenta tudo o que vende. Em 2009, por exemplo, ela esteve no Singita Lebombo e no Rovos Rail.
Já o diretor Marco Lourenço, outro grande conhecedor de África do Sul, destaca o custo-benefício, com preços bem acessíveis, especialmente para o padrão e as experiências oferecidas. Segundo ele, é um destino para todos os públicos. “Existem possibilidades de fazer roteiros ligados à família com atividades voltadas para crianças, casais em lua de mel, e para todo perfil de cliente. A África do sul é um destino que oferece mil e uma possibilidades de se trabalhar. A Copa do Mundo vai trazer, além da divulgação que já existe, uma projeção muito maior e, com isso, nós acreditamos que haverá um crescimento bastante significativo do fluxo de brasileiros viajando entre o Brasil e a África do Sul.”
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Raidho Turismo
www.raidho.com.br
A operadora de São Paulo está sempre realizando treinamentos para os agentes de viagens, apresentações para seus clientes e também incentivando seus funcionários a conhecerem bem os destinos que vendem, como o casal proprietário da operadora, Lucila e Roberto Nedelciu. “Ir para a África do Sul e não fazer um safári é como ir a Paris e não conhecer a Torre Eiffel. Para quem vai à África do Sul pela primeira vez é imperdível conhecer o Kruger Park, a cidade de Cape Town e Sun City. Se tiver tempo, a Rota Jardim também é fantástica. Não é bom ir para lá com pouco tempo. O turista deve reservar, pelo menos, oito dias. Outra possibilidade que a África do Sul oferece é combinar a viagem com destinos como Ilhas Maurício e Seychelles”, aconselha Lucila.
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South Africa Tourism
www.southafrica.net
Tati Isler é a relações públicas da South African Tourism no Brasil – órgão oficial de turismo do país. Porém, muito além de promover o destino, Tati tornou-se uma fonte riquíssima em informações, dicas e conselhos sobre a África do Sul. Seu conhecimento sobre o país vai além das atrações turísticas, hotéis e malha aérea. Ela é também uma admiradora da cultura, história, música e artesanato sul-africano. Tati também gosta de tudo que é surpreendente, sem esquecer o tradicional. “Safári e Cape Town são obrigatórios para quem vista pela primeira vez o país. No entanto, a África do Sul vai muito além disso. Por exemplo, para quem gosta de flores, todos os anos, entre agosto e setembro, o deserto da costa oeste (ao norte de Cape Town) se transforma em um mar de flores, com animais selvagens passeando pelo imenso jardim. Um fenômeno único e fascinante. É um tesouro do país”, conta.
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Terra Mundi
www.terramundi.com.br
A Terra Mundi está há apenas quatro anos no mercado, mas já é uma especialista em ecoturismo e destinos exóticos. Na África do Sul, o diretor comercial da Terra Mundi, Daniel Rondineli, afirma que é imperdível fazer uma trilha a pé na Table Mountain (Cape Town), ou seja, não subir de bonde até o topo da montanha. “Esse é o passeio que um turista não pode deixar de fazer na África do Sul. É muito bonito”, define. “No país, o turista pode encontrar, no mesmo dia, baleia, leão, girafa, rinoceronte e muitos outros animais. A natureza é intacta, e eles possuem serviços excelentes e hotéis de todos os tipos. O preço, sem dúvida, é um grande atrativo para o brasileiro. Para se ter uma idéia lá o Big Mac (sanduíche do McDonald’s) é o mais barato do mundo e uma cerveja, por exemplo, custa o equivalente a R$ 2.”
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The Marketing Collection
www.themarketingcollection.com.br (em breve)
Erik Sadao, que já trabalhou na SAA, também é um cohecedor e fã da África do Sul. E tem em suas mãos no Brasil algumas representações nobres do país, como a rede de luxo Singita, com os melhores lodges da África do Sul, o Rovos Rail, o Pezula, o Cape Grace, entre outros. “O grande convencimento para conhecer a África do Sul é a sofisticação e a hotelaria de ponta, é um dos países do mundo que oferecem uma das hotelarias cinco estrelas mais conceituadas, e principalmente os valores. Já foi um destino caro, mas hoje em dia não é mais. Você compara os cinco estrelas da África do Sul com qualquer outro lugar do mundo e a África sai na frente”, garante ele, que é um grande defensor de que o brasileiro descubra a Rota Jardim
Experimente antes de viajar
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Saiba mais sobre as cidades-sedes da Copa do Mundo de Futebol de 2010 e seus atrativos turísticos. Veja que os sites na África do Sul usam o .co no lugar do .com e as letras do país são za e não sa.
89 Saiba mais sobre a África do Sul no site da South African Tourism: www.southafrica.net
90 Confira na TV PANROTAS (www.panrotas.com.br/tv-panrotas) os programas “Segunda-feira é dia de África do Sul”, com dicas de especialistas e imagens gravadas nos principais destinos do país.
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