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Publicada em 23/4/2008 11:33:00

Pascowitch explica mudanças da OceanAir à TMC

Na home, Nelson Spielmann e os diretores da TMC; aqui Eduardo Vasconcellos, da Kontik, Pedro Sorrentino, da Ocean, Andreza, da TMC, Carlos Barbosa, da Avianca, Marcos Fernando, da BBTur, Spielmann, Pascowitch, Laura Dias, da CWT, José Marques, da Amex/Flytour, Marcos Arbaitman, da Maringá, Serafim Oliveira e Décio Slomp, da Avipam
Na home, Nelson Spielmann e os diretores da TMC; aqui Eduardo Vasconcellos, da Kontik, Pedro Sorrentino, da Ocean, Andreza, da TMC, Carlos Barbosa, da Avianca, Marcos Fernando, da BBTur, Spielmann, Pascowitch, Laura Dias, da CWT, José Marques, da Amex/Flytour, Marcos Arbaitman, da Maringá, Serafim Oliveira e Décio Slomp, da Avipam
O diretor da OceanAir, Renato Pascowitch, acompanhado de Pedro Sorrentino e Carlos Barbosa, participou hojed a reunião mensal da TMC Brasil, no Tryp Iguatemi, em São Paulo. A missa de Pascowitch era explicar às sete agências associadas (Avipam, Amex, BBTur, CWT, HRG, Kontik e Maringá) o por quê das recentes mudanças na companhia aérea, que cancelou sua rota para o México, entregou duas aeronaves para a co-irmã Avianca e reestruturou sua malha doméstica.

Segundo Pascowitch, o foco da OceanAir agora é o doméstico e ele acredita que a empresa já tem uma malha aérea suficientemente consistente para conquistar o mercado corporativo. Além de um hub em Brasília, a OceanAir conta com vôos na ponte Rio-São Paulo, e com operações múltiplas para destinos como Curitiba e Porto Alegre. “Já podemos ter mais do 1% que a TMC vende da Ocean Air”, disse ele, referindo-se aos números do ano passado.

Renato Pascowitch explicou aos membros da TMC o plano de frota da companhia, que começará a receber aeronaves da Airbus a partir de 2009, mesmo ano em que deverá estar em todos os GDSs, graças à migração da plataforma da Ocean e da Avianca para a Altéa, do Amadeus. Até lá, a OceanAir não estará nos GDSs, o que foi uma queixa das agências da TMC. Hoje, com o conteúdo fragmentado em diversos canais, as grandes agências desenvolveram ou compraram produtos de integração de conteúdo e a OceanAir não aparece neles, o que dificulta as reservas.

Os agentes também ressaltaram a questão do uso dos Fokker-100, que têm rejeição de parte do público. Pascowitch explicou que essas aeronaves têm atuado muito bem na frota da empresa, com o nome de MK-28, devido a mudanças para a configuração da Ocean, com boa produtividade. E que os Airbus que chegarão em 2009 não substituirão os MK-28. Esses só devem substituídos em 2010, por modelos que ainda serão escolhidos.

Hoje 1,5 mil agências de viagens compram do portal da OceanAir, além das que emitem via consolidadores. A empresa acredita que sua participação em entidades como a TMC e o Favecc deve ser no mínimo igual a seu share de mercado, que é de 5%. “Com a malha que temos, os horários e o serviço, já podemos atender ao mercado corporativo de nível técnico”, disse Pascowitch. O presidente da TMC, Nelson Spielmann, sugeriu uma segunda reunião, com o operacional de cada agência, para que a OceanAir ouça sugestões e o que fazer para aumentar esse share. Hoje a companhia voa com três 737 (que eram da BRA), 16 MK-28 e cinco F-50.

“Não é bom para o mercado ter apenas duas empresas fortalecidas”, disse o diretor da OceanAir, que ganhou o apoio dos agentes nesse quesito.

A reunião da TMC seguiu ouvindo um setor que geralmente “fica no fim da fila”, na palavra de um de seus representantes: a locação de veículos.
Artur Luiz Andrade

 

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