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Publicada em 1/7/2008 11:28:00

Entidades decretam fim do faturamento de diárias

Na home, Rafael Guaspari, presidente do Fohb. Edmar Bull (Abav-SP), Mauro Schwartzmann (Favecc), Alváro Bezerra de Melo (ABIH Nacional), Rafael Guaspari e Antônio Bispo (Fohb), Nelson Spielmann (TMC), Viviânne Martins (ABGev) e Eduardo Nascimento (Sindetur-SP)<br/>
Na home, Rafael Guaspari, presidente do Fohb. Edmar Bull (Abav-SP), Mauro Schwartzmann (Favecc), Alváro Bezerra de Melo (ABIH Nacional), Rafael Guaspari e Antônio Bispo (Fohb), Nelson Spielmann (TMC), Viviânne Martins (ABGev) e Eduardo Nascimento (Sindetur-SP)
Representantes do Fohb, ABIH Nacional, Abav-SP, ABGev, Favecc, Sindetur e TMC Brasil estiveram reunidos em São Paulo nesta manhã. O motivo foi o anúncio do fim do faturamento de diárias, a partir de 1º janeiro próximo. Segundo os representantes das entidades, trata-se de uma decisão que já deveria ter sido tomada, mas que por entraves tecnológicos e culturais não aconteceu.

“Para as agências de viagens de pequeno e médio porte o fim do faturamento de diárias significa redução de custo e risco para a agência e mais transparência junto ao cliente”, disse o presidente da Abav-SP, Edmar Bull. Para o presidente da ABIH Nacional , Álvaro Bezerra de Melo, “este processo vai ser trabalhoso, porém necessário”. Por fim, representando os clientes corporativos, a presidente da ABGev, Viviânne Martins, ressaltou que “este será um ‘empurrãozinho’ para que as empresas implantem, definitivamente, os cartões de crédito corporativo”.

O presidente do Favecc, Mauro Schwartzmann, pontuou que hoje em dia tanto as agências como as empresas-clientes têm que manter um exército de pessoas para se dedicar aos processos de conferências. O presidente da TMC, Nelson Spielmann, também afirmou que "a agilidade do processo será um benefício para todos". Eduardo Nascimento, do Sindetur-SP, disse que a diminuição de riscos para as empresas será uma das vantagens desta decisão.
Marjori Schroeder
comentários
Luís Vabo
Solid Corporate Travel
enviado:
7/7/2008 19:41:22
Excelente medida ! Além da natural redução de processos, esta importante decisão, tomada pelo conjunto de entidades que comandam o negócio viagens corporativas no Brasil, auxiliará no redirecionamento das atividades do agente de gestão de viagens, para sua verdadeira vocação que é a consultoria corporativa. Com a correta integração entre os sistemas de cartão de crédito e os sistemas back-office e front-office da agência, a reserva hoteleira com cartão de crédito será um imenso facilitador para que o agente de viagens tenha a sua remuneração garantida, seja pelo comissionamento do hotel ou pela taxa de transação da empresa cliente. A automação dos processos, a capacitação da equipe e a integração entre os sistemas são os 3 pilares da nova geração de agências de gestão de viagens.
Duilio Parazzoli
enviado:
7/7/2008 13:55:41
Parabenizo as Associações por mais esta iniciativa que tudo tem a ver com nossa prestação de serviços. Está mais do que na hora de deixarmos de ser "revendedores" para nos dedicarmos à nossa verdadeira função que é a de prestar consultoria em viagens.
ÁLVARO TUNIS SOARES
OVERSEAS TURISMO LTDA.
enviado:
4/7/2008 18:23:57
Quero parabenizar a medida que acaba com o faturamento dos hotéis, em viagens corporativas. Como agente de viagens do interior e com foco em viagens corporativas, acho a medida extremamente benéfica para nossos bolsos e para a segurança de nosso crédito. Ela contempla que a empresa cliente faça o pagamento direto ao hotel, no check-out. Com isso evitamos custos financeiros de controles de cobrança, emissão de faturas, tempo de funcionário,etc,etc, para que possamos receber e depois pagar ao hotel.Isso sem contar com risco de inadimplencia de nosso cliente, pois é o nosso credito é que está na reta, além das inexplicáveis taxas que os bancos nos cobram para qualquer serviço. Nova vida aos agentes de viagem a partir de 1o. de Janeiro. Parabéns, a todos, pela corajosa medida.
Edvaldo Castro
enviado:
3/7/2008 13:11:20
Prezada colega eles criaram essa dificuldade para proteger um seleto grupo que continuará se beneficiando do faturamento, ou alguém acredita deixarão de faturar à CVC dos atuais 180 dias para pré-pagamento, por exemplo? Claro que não, nem a CVC nem às outras grandes. Apenas as médias e as pequenas terão esse "benefício" segundo os hoteleiros. As grandes operadoras conseguem vender pacotes baratos graças a esses e outros benefícios, reaplicando o dinheiro que recebem da venda de pacotes para que possam ter lucro efetivo, até a data de pagamento da fatura. Por outro lado não é gratuito o fato de que a rede ACCOR tenha "criado" e imposto a sua vontade aos demais grupos hoteleiros, com certeza, de alguma forma, ela tirará algo em benefício próprio.
Paula Andréia Taques de Freitas
Kvt Viagens e Turismo lTDA
enviado:
2/7/2008 09:29:58
Acho que algumas agências serão prejudicadas, pois conseguimos valores e tarifas acordo, ou seja, "netas" para repassar aos clientes. Acredito que com a ausência de faturamento muitas agências perderão clientes que sempre se hospedam atrvés delas, mesmo porque os hotéis nem sempre são justos e pagam uma comissão adequada.
Edvaldo Castro
enviado:
1/7/2008 16:16:09
"Redução de custo e risco para a agência"? O que querem dizer com isso? Que uma agência com uma pequena dívida junto a um hotel estará se protegendo? E os grandes? Pois sei que as gigantes operadoras brasileiras costuma financiar suas operações fora do Brasil com o dinheiro do pagamento de diárias de hotéis, que normalmente pagam faturados. Será que a eles também vão destinar a mesma "pseudo-preocupação"?

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