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Abav tratará da compra de passagens pelo governo

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Maria Izabel Reigada Maria Izabel Reigada
Emerson Souza
Edmar Bull

A Abav Nacional deve criar, no próximo dia 15, um comitê para tratar especificamente da questão da compra de passagens aéreas diretamente pelos órgãos do Governo Federal. Desenvolvido em 2014 pelo então Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, que criou a Central de Compras do Governo, o novo modelo foi testado primeiramente no Ministério da Saúde. Com a publicação da Instrução Normativa regulamentando o modelo, em fevereiro do ano passado, outros ministérios e órgãos públicos aderiram à compra direta, dentro dos contratos firmados com as companhias aéreas nacionais – Latam, Gol, Azul e Avianca. O próximo passo seria a inclusão das aéreas internacionais.

“Há dois anos estamos tratando desse tema e defendemos que o governo deve governar, deixando a gestão de viagens ser realizada por profissionais que sabem como fazer isso”, defende o presidente da Abav Nacional, Edmar Bull. “Queremos aproveitar a oportunidade que se mostra com este novo governo para voltar a debater o assunto, uma vez que com o governo anterior não houve diálogo”, lamenta Bull. No modelo defendido pela Abav Nacional, os contratos entre governo e empresas aéreas serão respeitados, assim como a modalidade de pagamento com cartão criado pelo governo e adoção do sistema desenvolvido pela administração pública. “Seguiremos os contratos e as políticas de viagens estabelecidas. O que a Abav quer é que as agências façam a gestão”, reafirma.

Dentro do Comitê, segundo ele, serão estabelecidas as próximas ações a serem tomadas pela Abav Nacional, bem como identificados os novos interlocutores no novo Ministério do Planejamento.
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Comentários

  • Hugney Velozo Velozo - 03/06/2016 12:18:18
    Apesar de tardia, parabenizo a iniciativa! Realmente é necessária a entrada da ABAV NACIONAL nessa questão, pois até o momento apenas a ABAVDF tem lutado contra essa arbitrariedade cometida pelo governo federal. Em nome de uma falsa economicidade, aconteceu a estatização de um setor produtivo, causando o fechamento de agencias, desemprego e a exclusão de pequena e micro-empresa do processo de vendas GR. Hugney Velozo
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