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Bombardier: aviação na Am. Latina crescerá 5,6% ao ano

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Renato Machado Renato Machado
Divulgação/ Bombardier
A aviação regional na América Latina terá crescimento superior à média mundial, segundo projeção feita pela fabricante de aeronaves canadense Bombardier. Em sua análise, a companhia destaca a dispersão geográfica entre cidades, a falta de conectividade entre elas e faz uma aposta para o futuro: as aéreas low cost.

O tráfego aéreo comercial inter-regional entre países latino-americanos, no segmento de aeronaves entre 60 e 150 assentos, deve crescer 5,6% ano a ano até 2036, segundo a Bombardier. Para que isso ocorra, a fabricante também prevê o dobro de aeronaves compondo a frota da região. São 1,050 entregas previstas no período, número responsável por 8% das encomendas neste segmento.

“Com uma população dispersa, o uso de aeronaves de menor porte é necessário na busca pelo desenvolvimento de uma malha bem conectada na região”, afirma o vice-presidente de Vendas para América Latina da Bombardier, Alex Glock. “Nosso principal condutor estratégico de crescimento será a conectividade inter-regional, particularmente focando em comunidades menores, que ainda não são servidas por essa malha.”

Segundo o estudo, 90% dos voos inter-regionais na América Latina estão dentro da faixa das mil milhas náuticas (ou 1,8 mil quilômetros). Dentro desta distância, são 2,9 mil cidades conectadas entre si (285 a mais que os números de 2006). Acima de mil milhas náuticas, esse número cai para 500 cidades “pareadas”.

Nos últimos dez anos, de acordo com a fabricante, 450 rotas regionais deixaram de ser operadas na região. Dado que representa 16 milhões de potenciais passageiros anualmente que deixaram de ser servidos com voos diretos. Comparado com regiões similares, a análise prevê que o mercado latino-americano precisaria de 2,6 mil novas rotas inter-regionais – ao invés das atuais 1,7 mil.

A Bombardier vê nas companhias aéreas low-cost a chance de explorar um mercado potencial, conectando cidades a mercados secundários dos Estados Unidos, por exemplo. Atualmente, apenas 8% dos assentos ocupados na América Latina são operados pelas aéreas de baixo custo.

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