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Publicada em 31/1/2012 18:25:00

Estratégia da Tam não tem novas rotas em 2012

Líbano Barroso, presidente da Tam: companhia registrou maior ocupação da história nas rotas internacionais em 2011
Líbano Barroso, presidente da Tam: companhia registrou maior ocupação da história nas rotas internacionais em 2011
A Tam não deve abrir novas rotas neste ano. O foco será na consolidação das rotas existentes, com aumento de produtividade e possível ampliação no número de frequências de alguns destinos internacionais. A companhia aérea divulgou hoje as estimativas para o ano, que deve ser encerrado com load factor entre 72% e 74% no segmento doméstico e entre 83% e 85%, no internacional. “É importante lembrar que em 2011 a Tam registrou a melhor taxa de ocupação de sua história nas rotas para o Exterior, de 81,4%”, disse o presidente da companhia, Líbano Barroso.

“Acreditamos em um mercado forte e crescente em 2012. Vamos direcionar nossos esforços para aumentar a rentabilidade da nossa companhia, continuando o movimento de recuperação de yield, iniciado no segundo semestre do ano passado. Vamos manter um rígido controle de custos, evitando excesso de capacidade, e ampliar receitas, com maior ocupação de nossas aeronaves”, comentou Barroso.

O crescimento da oferta de assentos da companhia neste ano deverá ser entre zero e 2% nos voos domésticos e entre 1% e 3% nas rotas para o Exterior, segundo a empresa. Em relação à frota, a Tam realizou revisão em seu plano de frota, além da comunicada em agosto último. A companhia encerrará o ano com 157 aeronaves, ao invés de 159. A empresa reduzirá sua frota doméstica em sete aviões narrow body (de apenas um corredor de circulação), e não apenas quatro, como anunciado no ano passado. Para atender o segmento internacional, a companhia receberá quatro Boeing 777 e continuará com um Airbus 330 que seria devolvido em 2012.
Maria Izabel Reigada
comentários
Olavo Leal
enviado:
6/2/2012 17:04:47
O grande dilema parece ser a escolha entre novos destinos - que expandem a rede da Cia, mas exigem investimentos caros - ou intensificar o nº de voos em rotas já existentes - com investimentos muito baixos, sem acrescentar destinos à rede. Por exemplo: a TAM diminuiu os voos de GIG p/FRA e LON p/duplicar GRU/MCO (deve ter sido por diferença de faturamento no uso da aeronave em cada rota). Será que ampliar a rede para Ásia, Oceania e mesmo EUA e Europa vai dar melhor resultado (em R$) que intensificar as rotas já existentes?
EDUARDO OFEICHE
enviado:
1/2/2012 13:54:47
Acho que a TAM deveria repensar sua estratégia, todas as companhias aéreas estão abrindo novas rotas todos os anos, e a TAM, nossa maior companhia nacional, fica pensando como uma empresa pequena. Vai receber 4 novos 777 e não vai abrir novas rotas. O Brasil é um dos poucos países no Mundo em expansão e a TAM não está sabendo aproveitar o momento. Será que não temos demanda de 2 ou 3 vezes por semana para India, China, Japão, Austrália ou ampliação de vôos para Europa e Estados Unidos. Fica a minha torcida por uma companhia aérea brasileira que pense grande, uma companhia aérea do tamanho do Brasil.
Alessandro Farias
DELTA TURISMO
enviado:
31/1/2012 21:10:36
Estaria a TAM sendo freada pela LAN num momento de trasição e usando essa ideia para o mercado não fazer cobranças em 2012???

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