Consultor dá dicas para conseguir a venda on-line
“Visibilidade e conteúdo são os grandes desafios da empresas”, sintetizou o professor da Essec Business School, em Paris, Peter O´Connor, durante o Fórum PANROTAS, realizado esta semana em São Paulo. Na sua opinião, as OTAs estão dominando a indústria.
“Visibilidade e conteúdo são os grandes desafios da empresas”, sintetizou o professor da Essec Business School, em Paris, Peter O´Connor, durante o Fórum PANROTAS, realizado esta semana em São Paulo. Na sua opinião, as OTAs estão dominando a indústria.
Em sua palestra, ele criticou o Sofitel London Heathrow – “eles não diferenciam os textos sobre a descrição dos quartos” – e elogiou a Blue Tree Hotels, que aparece na busca de sua própria marca. “Mas as pessoas não buscam as marcas, buscam algo mais genérico. Assim, na busca de “hotel em São Paulo” a Blue Tree já não aparece mais, mas sim as OTAs, o Hilton e a Accor.
“Como fornecedores, somos ruins. As OTAs reescrevem tudo, acrescentam fotos, traduzem em 100 línguas, colocam ícones de quem, por exemplo, acabou de fazer uma reserva, enfim, as OTAs ‘empurram’, ‘presionam’ o consumidor a comprar.”
Segundo ele, essa forma a venda é mais rápida. “As agências on-line obrigam o cliente a parar a busca de um hotel. Ou seja, o site converte a busca em venda. De um modo geral, o cliente visita 28 sites antes de fazer uma reserva.”
Há duas perguntas-chave que o fornecedor deve fazer: Como as pessoas vão achar o meu site? Por que vão fazer a reserva neste site e não em um outro qualquer? “A visibilidade é o grande desafio. Se você colocar o conteúdo certo, vai aparecer em lugar de destaque e as pessoas vão comprar”, explicou.
Em sua palestra, ele criticou o Sofitel London Heathrow – “eles não diferenciam os textos sobre a descrição dos quartos” – e elogiou a Blue Tree Hotels, que aparece na busca de sua própria marca. “Mas as pessoas não buscam as marcas, buscam algo mais genérico. Assim, na busca de “hotel em São Paulo” a Blue Tree já não aparece mais, mas sim as OTAs, o Hilton e a Accor.
“Como fornecedores, somos ruins. As OTAs reescrevem tudo, acrescentam fotos, traduzem em 100 línguas, colocam ícones de quem, por exemplo, acabou de fazer uma reserva, enfim, as OTAs ‘empurram’, ‘presionam’ o consumidor a comprar.”
Segundo ele, essa forma a venda é mais rápida. “As agências on-line obrigam o cliente a parar a busca de um hotel. Ou seja, o site converte a busca em venda. De um modo geral, o cliente visita 28 sites antes de fazer uma reserva.”
Há duas perguntas-chave que o fornecedor deve fazer: Como as pessoas vão achar o meu site? Por que vão fazer a reserva neste site e não em um outro qualquer? “A visibilidade é o grande desafio. Se você colocar o conteúdo certo, vai aparecer em lugar de destaque e as pessoas vão comprar”, explicou.