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Publicada em 5/5/2011 08:04:00

“Não temos conseguido nos comunicar com associados”

PORTO – O presidente da Abav Nacional, Carlos Alberto Amorim Ferreira, que lidera a reunião internacional da Abav Nacional, que acontece hoje no Sheraton Porto, em Portugal, fez um mea culpa durante o balanço do Proagência pelo diretor Antonio Azevedo, responsável pelo programa, realizado em parceria com o Sebrae.

Em sua segunda etapa (Proagência 2), a iniciativa foi reconhecida pelos presidentes estaduais como muito eficiente e atenta às necessidades do dia a dia do agente de viagens mas, segundo ponto levantado pelo presidente da Abav-DF, Carlos Alberto de Sá, alguns itens não têm sido bem comunicados. Kaká aceitou a crítica. “Eu concordo com você, não temos sido eficientes na forma de comunicar nossas ações nem às Abavs estaduais nem às nossas associadas”, afirmou.

Ambos se referiam, neste caso, a programas como o Matriz de Competitividade, que atua como um termômetro traçando um diagnóstico da agência de viagens pela Fundação Getúlio Vargas, disponível para todas as agências Abav; e ao Central de Negócios, que propõe a organização das agências com o objetivo de gerar negócios e ampliar mercado de forma conjunta e, que, segundo o diretor Antonio Azevedo não teve resultado.

“As empresas pedem programas como esses, nós disponibilizamos e temos pouca adesão”, lamentou Kaká. “Eu concordo com vocês e devo dizer que isso aconteceu comigo. Vi a convocação para a apresentação das Centrais de Negócios e não entendi o alcance de seus benefícios. Quando assisti o especialista do Sebrae expondo, vi o quanto era interessante”, disse o presidente da Abav-MG, José Maurício Gomes. “Talvez, por isso, o programa não esteja tendo sucesso, por não estar sendo bem compreendido.”
O Portal PANROTAS viaja a convite da Abav Nacional e do Turismo de Portugal, voando Tap, com assistência internacional GTA e Travel Ace
Fabíola Bemfeito
comentários
LUIZ FERNANDO MURY MEDEIROS
MURY TOURS
enviado:
5/5/2011 10:59:04
Um "Mea Culpa" interessante... E esta ineficiência já vem de longa data, pois me recordo da minha primeira reunião, com o então VP da ABAV Nacional e a Sra. Vera Potter, então presidente da ABAV-RJ, onde a falha de comunicação com o trade, associados, ou não, já era um fato. Pouco depois, houve até alguma melhora mas, pelo visto, faltou cuidado na continuidade. Enfim, reconhecer a deficiência, dizem, é o primeiro passo para a solução. Uma coisa que não consigo entender, é a razão de haver uma reunião da ABAV em "Além Mar"... Os ares do Velho Mundo ajudam a pensar e decidirem melhor?
Alexandre Augusto Ferreira
enviado:
5/5/2011 09:28:08
Na verdade, eu gostaria de saber, o que a ABAV consegue. Um bom exemplo disso: Fiz um curso online com eles, no ano passado. Conclui com 100% de aproveitamento. Nao recebi certificado. Visitei a feira ABAV no Rio de Janeiro onde havia um stand deles. Comentei com a menina do ocorrido. Preenchi uma ficha detalhando tudo. Enquanto eu preenchia e moça me dizia que VARIOS ja haviam passado pelo stand para reclamar do mesmo problema. Disse ela para mim que "estaria encaminhando" (sim, isso mesmo, nestes termos "maravilhosos" ). Estamos proximos da proxima ABAV e ate hoje nem e-mail, muito menos telefonema, recebi da ABAV. Vejo que VIAJAR pra ca e pra la a ABAV consegue... as demais coisas, simples até..... não consegue. Impressionante...

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