Kevin Maguirre (NBTA), Ricardo Viana (American Express) e Ronaldo Almeida (IBM)
Na maior parte das empresas, os gastos com as viagens dos executivos, os chamados T&E, na sigla em inglês para Travel & Entertainment, são menores apenas do que as folhas de pagamento. A constatação deveria servir de estímulo para que as companhias profissionalizassem cada vez mais os departamentos de gestão de viagens corporativas, inclusive com o investimento em ferramentas de expense management. Mas, na prática, não é bem isso o que ocorre.
"Existe uma certa resistência por parte das empresas pelo receio da mudança, por acharem que isso [investimento em expense management] não vai dar certo. É preciso que os benefícios da ferramenta cheguem ao conhecimento de pessoas-chave das empresas", afirmou o gestor de viagens da IBM, Ronaldo Almeida, na palestra "Expense Management", realizada há pouco, durante o 5º Lactte.
Segundo Almeida, a aquisição de uma ferramenta de expense management traz uma série de vantagens às empresas, tais quais redução de custos com T&E, diminuição de gastos operacionais, agilidade na identificação de fraude no relatório dos funcionários e uma maior adesão às políticas de viagens das empresas.
O gerente de Soluções Corporativas da American Express, Ricardo Vianna, também participou da palestra, que teve a mediação de Kevin Maguirre, do NBTA.