Camelina e pinhão-manso ganham destaque na Gol
A Gol gasta uma média de R$ 4 bilhões por ano com combustível. A busca por alternativas é permanente na companhia e, entre as possibilidades, a camelina e o pinhão-manso são os que ganham destaque para o diretor de Operações, Pedro Scorza.
A Gol gasta uma média de R$ 4 bilhões por ano com combustível. A busca por alternativas é permanente na companhia e, entre as possibilidades, a camelina e o pinhão-manso são os que ganham destaque para o diretor de Operações, Pedro Scorza.
“Temos exposição de risco muito grande com os combustíveis fósseis. O biocombustível é uma forma de proteção contra as variações do mercado”, destacou o diretor, durante workshop promovido pela companhia em seu Centro de Treinamento, em Diadema (SP).
Para a Iata, até 2050, 50% das emissões provenientes dos aviões devem ser realizadas por combustíveis de fontes renováveis. “Temos dúvidas se a indústria conseguirá alcançar esta meta.” Além da camelina e pinhão-manso, há testes com milho, soja, alga, cana-de-açúcar e até lixo para a produção de combustíveis.
PARA FAZER
Além da pesquisa, a Gol pretende trazer ao Brasil a primeira refinaria de biocombustível nos próximos cinco anos. Por enquanto, eles mantêm produção de biocombustível em fazendas no Paraná e Piauí. Um dos próximos objetivos da companhia é operar 200 voos com biocombustível já em 2014.
“Temos exposição de risco muito grande com os combustíveis fósseis. O biocombustível é uma forma de proteção contra as variações do mercado”, destacou o diretor, durante workshop promovido pela companhia em seu Centro de Treinamento, em Diadema (SP).
Para a Iata, até 2050, 50% das emissões provenientes dos aviões devem ser realizadas por combustíveis de fontes renováveis. “Temos dúvidas se a indústria conseguirá alcançar esta meta.” Além da camelina e pinhão-manso, há testes com milho, soja, alga, cana-de-açúcar e até lixo para a produção de combustíveis.
PARA FAZER
Além da pesquisa, a Gol pretende trazer ao Brasil a primeira refinaria de biocombustível nos próximos cinco anos. Por enquanto, eles mantêm produção de biocombustível em fazendas no Paraná e Piauí. Um dos próximos objetivos da companhia é operar 200 voos com biocombustível já em 2014.