Imaginadora produz Guerra e Paz, de Portinari, em SP
Mais uma opção cultural na capital paulista. A exposição gratuita Guerra e Paz do Portinari ficará até 21 de abril no Memorial da América Latina. O lançamento aconteceu na noite de ontem (6), e foi marcado por apresentações da Orquestra de Câmara Portinari regida
Mais uma opção cultural na capital paulista. A exposição gratuita Guerra e Paz, de Portinari, ficará até 21 de abril no Memorial da América Latina. O lançamento aconteceu na noite de ontem (6), e foi marcado por apresentações da Orquestra de Câmara Portinari regida pelo Maestro Elias Moreira, coreografia de Ana Botafogo e Alex Neoral e canções interpretadas por Milton Nascimento.
A Imaginadora, da Ana Donato e Alice Mór, foi convidada pelo filho do Portinari, João Candido Portinari, para integrar a equipe de produção. “Foi um privilégio fazer parte deste momento histórico para a arte do Brasil. Estou muito orgulhosa”, diz Ana. A empresa foi responsável pela organização do último congresso da Abav, quando selecionou alguns estudos de Portinari para ilustrar o palco do Riocentro, no Rio de Janeiro.
Os painéis foram presente do então presidente do Brasil, Juscelino Kubitschek, a ONU em 1957 e lá vivem desde então. Voltaram ao Brasil no ano passado para um restauro na capital fluminense. Após meses de trabalho, a obra Guerra e Paz ficará um tempo no Brasil e poderá ser vista exatamente como deixou o País há mais de 50 anos.
A Imaginadora, da Ana Donato e Alice Mór, foi convidada pelo filho do Portinari, João Candido Portinari, para integrar a equipe de produção. “Foi um privilégio fazer parte deste momento histórico para a arte do Brasil. Estou muito orgulhosa”, diz Ana. A empresa foi responsável pela organização do último congresso da Abav, quando selecionou alguns estudos de Portinari para ilustrar o palco do Riocentro, no Rio de Janeiro.
Os painéis foram presente do então presidente do Brasil, Juscelino Kubitschek, a ONU em 1957 e lá vivem desde então. Voltaram ao Brasil no ano passado para um restauro na capital fluminense. Após meses de trabalho, a obra Guerra e Paz ficará um tempo no Brasil e poderá ser vista exatamente como deixou o País há mais de 50 anos.