Turismo gastronômico é tema de palestra da CNC
professor e doutor em Planejamento Turístico e Gastronômico pela Universidade Antonio de Nebrija – Madrid, Antonio Montecinos
O professor e doutor em Planejamento Turístico e Gastronômico pela Universidade Antonio de Nebrija – Madrid, Antonio Montecinos, participou hoje da reunião do Conselho de Turismo da CNC, que abordou o macrotema Turismo Receptivo e Capacitação Profissional.
Segundo Montecinos, o setor turístico na Espanha representa 7% do PIB, ou aproximadamente 100 milhões de euros. O destino recebe cerca de 6 milhões de turistas. “O sistema que inicia e termina na terra tem relação direta em vários segmentos econômicos, tem maior estadia média e maior gasto médio, além de beneficiar os produtores locais”, disse.
Ele diferenciou o turista normal do gastronômico, ressaltando que o último tem como objetivo principal da viagem consumir e desfrutar os produtos gastronômicos locais. “Atualmente o turismo enograstronomico é o que mais cresce na Espanha, mesmo em tempos de crise. Ele gera um grande movimento de turismo doméstico, na falta de outros turistas europeus”, destacou.
Montecinos afirmou ainda que o Brasil tem grande potencial, principalmente com as frutas exóticas dispersas em várias regiões. Porém apontou alguns caminhos necessários para um desenvolvimento: manipulação higiênica dos alimentos, qualidade, comida e bebida típicas, serviço profissional e comunicação em outros idiomas, tanto do pessoal de serviço, quanto dos menus e informação sobre os alimentos no local de consumo. “O planejamento de 15 a 20 anos deve ser desenvolvido pela iniciativa privada para depois pedir o apoio do governo, somente assim o segmento ganha força e se desenvolve”, concluiu.
Segundo Montecinos, o setor turístico na Espanha representa 7% do PIB, ou aproximadamente 100 milhões de euros. O destino recebe cerca de 6 milhões de turistas. “O sistema que inicia e termina na terra tem relação direta em vários segmentos econômicos, tem maior estadia média e maior gasto médio, além de beneficiar os produtores locais”, disse.
Ele diferenciou o turista normal do gastronômico, ressaltando que o último tem como objetivo principal da viagem consumir e desfrutar os produtos gastronômicos locais. “Atualmente o turismo enograstronomico é o que mais cresce na Espanha, mesmo em tempos de crise. Ele gera um grande movimento de turismo doméstico, na falta de outros turistas europeus”, destacou.
Montecinos afirmou ainda que o Brasil tem grande potencial, principalmente com as frutas exóticas dispersas em várias regiões. Porém apontou alguns caminhos necessários para um desenvolvimento: manipulação higiênica dos alimentos, qualidade, comida e bebida típicas, serviço profissional e comunicação em outros idiomas, tanto do pessoal de serviço, quanto dos menus e informação sobre os alimentos no local de consumo. “O planejamento de 15 a 20 anos deve ser desenvolvido pela iniciativa privada para depois pedir o apoio do governo, somente assim o segmento ganha força e se desenvolve”, concluiu.