Para executivo, expense management é realidade

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PANROTAS / Emerson Souza
O vice-presidente da Concur para América Latina, Todd Pellitier, e a gestora de viagens da Mercedes Benz do Brasil, Maura Creazzo
O vice-presidente da Concur para América Latina, Todd Pellitier, e a gestora de viagens da Mercedes Benz do Brasil, Maura Creazzo
Integração de processos, agilidade, economia, segurança e organização. Estas são algumas das características que compõem uma das tendências em viagens corporativas no Brasil e que se tornaram realidade em diversos mercados na Europa e, também, Estados Unidos. Trata-se do expense management.

O assunto foi abordado em sessão durante a oitava edição do Lacte, realizada no Grand Hyaat São Paulo e que teve encerramento hoje (terça-feira, dia 26), pelo vice-presidente da Concur para América Latina, Todd Pellitier, e pela gestora de viagens da Mercedes Benz do Brasil, Maura Creazzo.

Para Pellitier, a empresa e o viajante corporativo ganham com a implantação de um sistema integrado de expense management. “Com um celular, há a possibilidade de gerenciar toda a viagem, saber se há alteração no voo, no portão de embarque, e também, alimentar informações sobre prestação de contas da viagem”, disse.

Em sua apresentação, o executivo mostrou que o expense management torna o processo de viagem 41% mais rápido, 51% mais barato e tem aprovação por parte do gestor 21% mais acelerado porque trabalha sob o crivo da política de viagens da empresa. “Essa plataforma end-to-end é realidade. É só apertar o botão e está tudo pronto.”

O OUTRO LADO
Maura contou a experiência de implantação de expense management na Mercedes Benz. A dificuldade inicial foi que o on-line booking tool (OBT) não tinha uma comunicação efetiva com a ferramenta de expense management – neste caso, não eram integradas, e tinham linguagens diferentes.

Com o passar do tempo e a integração das plataformas, porém, o cenário mudou. “Ganhamos mais agilidade em todo o processo, sobretudo na prestação de contas”, disse a executiva. “A utilização da plataforma com o cartão corporativo fez com que só tivéssemos de reconhecer gastos”, explicou.
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