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Caprioli anuncia fim da marca Trip na fusão com Azul

Na home, o fundador e criador da marca Trip, José Mario Caprioli. Aqui, a nova marca da holding
Aviação , Na home, o fundador e criador da marca Trip, José Mario Caprioli. Aqui, a nova marca da holding
Na home, o fundador e criador da marca Trip, José Mario Caprioli. Aqui, a nova marca da holding
O fundador e criador da marca Trip, José Mario Caprioli, foi o escolhido para anunciar o fim da marca, dentro da fusão entre Azul e Trip. A holding criada a partir da fusão deverá adotar apenas a marca Azul, com mudanças no logotipo que fazem referências à marca Trip. "Estudamos o convívio das duas marcas, mas tecnicamente isso não faz sentido. Essa compreensão era fácil dentro da indústria, mas para o passageiro não faria sentido", explicou Caprioli. "As duas marcas têm a percepção de modernidade, novidade, mas pesquisas mostraram que a Azul tinha maior penetração, principalmente nos mercados mais caros do Brasil, como São Paulo", acrescentou, justificando a adoção do nome Azul, como se definirá a nova empresa a partir das autorizações da Anac e do Cade, ainda aguardadas."

A nova identidade visual da empresa deverá ser vista apenas na folheteria e nos cartões de visita das companhias, enquanto as autorizações não saem. Os voos também continuarão sendo operados em code-share, ainda aguardando aprovação da fusão pela Anac e Cade. No entanto, as aeronaves encomendadas que deverão ser entregues já receberão a nova pintura, como ilustrada na imagem acima. "Durante o período de integração, enquanto aguardamos as autorizações e, após isso, enquanto promovemos as mudanças, vamos adotar o logo Azul e Trip juntas pelo Brasi, fazendo referência à integração das duas empresas e também ao trabalho conjunto de desenvolvimento do Brasil", disse o diretor de Comunicação e Marca da holding, Gianfranco Beting. Segundo ele, em setembro poderão ser recebidos um ATR e outro Embraer 195 com a nova pintura. As mudanças nos uniformes e comunicação nos aeroportos também aguardarão as autorizações de Cade e Anac.

Juntas, as companhias somam nove mil funcionários, 840 voos diários, 115 aeronaves e operações em 99 aeroportos brasileiros, respondendo por 29% das decolagens diárias no Brasil. A participação no mercado, somadas as duas empresas, chega a 15%.

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  • Luiz Magalhães / Vale do Piracicaba - 31/8/2012 11:46:05
    Não acho que "este é um caso de comprar a concorrência para elevar preços" ! Acho que é um caso de sobrevivência para as duas empresas ! Onde a 'nova' AZUL cobrar caro, GOL e TAM podem entrar e cobrar mais barato ! Isso é livre concorrência ! Chega de restrições impostas pelo Governo. Isso nunca funcionou ! As passagens aéreas no Brasil não são caras. Caros são os impostos cobrados pelo Governo !
  • Peter Biondi - 30/8/2012 19:31:52
    Até onde sei já foram protocolados vários pedidos contra essa fusão devidamente elaborados. Este é um caso de comprar a concorrência para elevar preços. Acredito que essa fusão se devidamente analisada, deveria conter várias restrições para evitar um aumento de tarifas em rotas apenas operadas pelas duas empresas. Entendo a fusão mas acredito que é preciso restrições para evitar o monopólio em rotas regionais.
     
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