RN quer reconquistar mercado português
Eduardo Pinto Lopes (Terra Brasil), José Manuel Antunes (Grupo Espírito Santo – operadora Mundo Vip) e Murillo Felinto (JSC Turismo) concluíram recentemente um estudo da demanda turística do mercado português.
Eduardo Pinto Lopes (Terra Brasil), José Manuel Antunes (Grupo Espírito Santo – operadora Mundo Vip) e Murillo Felinto (JSC Turismo) concluíram recentemente um estudo da demanda turística do mercado português. O resultado, segundo Felinto, aponta para a viabilidade de o Nordeste voltar a investir na “terrinha”, já que os turistas portugueses estão cansados dos destinos caribenhos. São justamente esses mercados que rivalizam com o litoral nordestino. Ganharam longe nos três últimos anos, devido aos preços mais em conta.
De acordo com o estudo, as três ilhas mais visitadas pelos portugueses são, pela ordem, República Dominicana, Cuba e Jamaica. Os pacotes para lá têm regime all inclusive (os portugueses chamam de “curral de engorda”), com hospedagem em grandes resorts. As praias são belíssimas, porém, distantes dos hábitos e costumes locais. Em questionários preenchidos pelos turistas (guest coments), a grande maioria sente falta justamente do que o Nordeste oferece: belas praias e bons hotéis, mas em contato direto com o modo de vida da população. E falando a mesma língua.
Ainda de acordo com Murillo Felinto, o ideal seria deflagrar, com urgência, uma campanha publicitária do Rio Grande do Norte de 300 mil euros no mercado português. Os custos, segundo o empresário, seriam divididos entre poder público e iniciativa privada (meio a meio). Participariam do montante de 150 mil euros que caberia aos empresários, comenta Felinto, segmentos como operadoras, hotéis, agências de receptivo, restaurantes, shoppings, imobiliárias e construtoras. A mídia, diz ele, incluiria bus-door, cinemas, trens, rádios, sites e blogs.
De acordo com o estudo, as três ilhas mais visitadas pelos portugueses são, pela ordem, República Dominicana, Cuba e Jamaica. Os pacotes para lá têm regime all inclusive (os portugueses chamam de “curral de engorda”), com hospedagem em grandes resorts. As praias são belíssimas, porém, distantes dos hábitos e costumes locais. Em questionários preenchidos pelos turistas (guest coments), a grande maioria sente falta justamente do que o Nordeste oferece: belas praias e bons hotéis, mas em contato direto com o modo de vida da população. E falando a mesma língua.
Ainda de acordo com Murillo Felinto, o ideal seria deflagrar, com urgência, uma campanha publicitária do Rio Grande do Norte de 300 mil euros no mercado português. Os custos, segundo o empresário, seriam divididos entre poder público e iniciativa privada (meio a meio). Participariam do montante de 150 mil euros que caberia aos empresários, comenta Felinto, segmentos como operadoras, hotéis, agências de receptivo, restaurantes, shoppings, imobiliárias e construtoras. A mídia, diz ele, incluiria bus-door, cinemas, trens, rádios, sites e blogs.