Painel debate atuação de profissionais Y de viagens
O editor-assistente da PANROTAS, Alex Souza, mediou uma das três sessões que aconteceram na parte da manhã de hoje na sétima edição do Latin American Corporate Travel Experience (Lacte), que tratou dos desejos e dos anseios dos profissionais que pertencem a geração Y e que atuam em viagens e eventos
Uma das três sessões realizadas esta manhã durante o Latin American Corporate Travel Experience (Lacte) abordou os anseios, expectativas e o comportamento os profissionais de viagens e eventos pertencentes à chamada geração Y – indivíduos com idade entre 18 e 29 anos, aproximadamente. O painel teve a participação da líder de Compras de Marketing e Comunicação para América Latina da IBM, Larissa Licatti, do diretor executivo da agência de viagens corporativa Costa Brava, Rubens Schawartzmann, e do diretor da PMWeb, Augusto Rocha – a mediação foi do editor-assistente da PANROTAS, Alex Souza.
Primeiro a falar, Schawartzmann destacou algumas das características dos viajantes dessa geração “conectada”, que deseja conveniência e poder de escolha. “São profissionais que, por exemplo, não aceitam qualquer cotação de passagem aérea enviada por email pela agência de viagens. Ele vai sempre procurar uma tarifa menor, ou por meio de uma plataforma de self booking ou mesmo diretamente no portal da companhia aérea. Dessa forma ele acredita que se destaca internamente na empresa”, disse.
FIDELIDADE
Um dos temas levantados no painel foi o valor que os profissionais da geração Y dão à fidelidade às empresas que trabalham, algo bastante valorizado pela geração anterior, a X. “O jovem profissional troca de empresa rapidamente se não concorda com as políticas da corporação. Hoje, tempo de casa não é mais sinônimo de sucesso na carreira. O que vale é a competência”, opinou o diretor da Costa Brava. Larissa Licatti, por sua vez, afirmou que “é fiel à empresa desde que enxergue um plano de carreira. “Fiel eu sou à minha namorada. À empresa eu sou leal”, complementou Rocha.
O diretor da PMWeb falou também sobre a influência do video game no comportamento profissional dos indivíduos da geração Y, o fenômeno conhecido como “Gamification”. “Para quem joga um game não importa quantas vezes você joga, mas sim o tempo que leva para vencer. Da mesma forma como o modelo de pequenas metas, pequenas recompensas estimulam muito mais do que metas gigantescas e grandes recompensas. Como no jogo mais popular do mundo, o Super Mario, você vai ganhando uma fase de cada vez e só enfrente o ´chefão´ no final. Até lá você já ganhou dezenas de pequenas recompensa”, explicou.
INTERNET LIBERADA
Sobre o uso de redes sociais no ambiente de trabalho, Schawartzmann se disse a favor de avaliações de desempenho dos funcionários. “Sou adepto da liberação, mas com uma monitoria constante para não virar bagunça”, concluiu.
Primeiro a falar, Schawartzmann destacou algumas das características dos viajantes dessa geração “conectada”, que deseja conveniência e poder de escolha. “São profissionais que, por exemplo, não aceitam qualquer cotação de passagem aérea enviada por email pela agência de viagens. Ele vai sempre procurar uma tarifa menor, ou por meio de uma plataforma de self booking ou mesmo diretamente no portal da companhia aérea. Dessa forma ele acredita que se destaca internamente na empresa”, disse.
FIDELIDADE
Um dos temas levantados no painel foi o valor que os profissionais da geração Y dão à fidelidade às empresas que trabalham, algo bastante valorizado pela geração anterior, a X. “O jovem profissional troca de empresa rapidamente se não concorda com as políticas da corporação. Hoje, tempo de casa não é mais sinônimo de sucesso na carreira. O que vale é a competência”, opinou o diretor da Costa Brava. Larissa Licatti, por sua vez, afirmou que “é fiel à empresa desde que enxergue um plano de carreira. “Fiel eu sou à minha namorada. À empresa eu sou leal”, complementou Rocha.
O diretor da PMWeb falou também sobre a influência do video game no comportamento profissional dos indivíduos da geração Y, o fenômeno conhecido como “Gamification”. “Para quem joga um game não importa quantas vezes você joga, mas sim o tempo que leva para vencer. Da mesma forma como o modelo de pequenas metas, pequenas recompensas estimulam muito mais do que metas gigantescas e grandes recompensas. Como no jogo mais popular do mundo, o Super Mario, você vai ganhando uma fase de cada vez e só enfrente o ´chefão´ no final. Até lá você já ganhou dezenas de pequenas recompensa”, explicou.
INTERNET LIBERADA
Sobre o uso de redes sociais no ambiente de trabalho, Schawartzmann se disse a favor de avaliações de desempenho dos funcionários. “Sou adepto da liberação, mas com uma monitoria constante para não virar bagunça”, concluiu.