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Publicada em 7/2/2012 13:42:00

Painel debate atuação de profissionais Y de viagens

Na home, o mediador do painel, Alex Souza. Acima, os participantes da sessão falam das características dos profissionais da geração Y
Na home, o mediador do painel, Alex Souza. Acima, os participantes da sessão falam das características dos profissionais da geração Y
Uma das três sessões realizadas esta manhã durante o Latin American Corporate Travel Experience (Lacte) abordou os anseios, expectativas e o comportamento os profissionais de viagens e eventos pertencentes à chamada geração Y – indivíduos com idade entre 18 e 29 anos, aproximadamente. O painel teve a participação da líder de Compras de Marketing e Comunicação para América Latina da IBM, Larissa Licatti, do diretor executivo da agência de viagens corporativa Costa Brava, Rubens Schawartzmann, e do diretor da PMWeb, Augusto Rocha – a mediação foi do editor-assistente da PANROTAS, Alex Souza.

Primeiro a falar, Schawartzmann destacou algumas das características dos viajantes dessa geração “conectada”, que deseja conveniência e poder de escolha. “São profissionais que, por exemplo, não aceitam qualquer cotação de passagem aérea enviada por email pela agência de viagens. Ele vai sempre procurar uma tarifa menor, ou por meio de uma plataforma de self booking ou mesmo diretamente no portal da companhia aérea. Dessa forma ele acredita que se destaca internamente na empresa”, disse.

FIDELIDADE

Um dos temas levantados no painel foi o valor que os profissionais da geração Y dão à fidelidade às empresas que trabalham, algo bastante valorizado pela geração anterior, a X. “O jovem profissional troca de empresa rapidamente se não concorda com as políticas da corporação. Hoje, tempo de casa não é mais sinônimo de sucesso na carreira. O que vale é a competência”, opinou o diretor da Costa Brava. Larissa Licatti, por sua vez, afirmou que “é fiel à empresa desde que enxergue um plano de carreira. “Fiel eu sou à minha namorada. À empresa eu sou leal”, complementou Rocha.

O diretor da PMWeb falou também sobre a influência do video game no comportamento profissional dos indivíduos da geração Y, o fenômeno conhecido como “Gamification”. “Para quem joga um game não importa quantas vezes você joga, mas sim o tempo que leva para vencer. Da mesma forma como o modelo de pequenas metas, pequenas recompensas estimulam muito mais do que metas gigantescas e grandes recompensas. Como no jogo mais popular do mundo, o Super Mario, você vai ganhando uma fase de cada vez e só enfrente o ´chefão´ no final. Até lá você já ganhou dezenas de pequenas recompensa”, explicou.

INTERNET LIBERADA

Sobre o uso de redes sociais no ambiente de trabalho, Schawartzmann se disse a favor de avaliações de desempenho dos funcionários. “Sou adepto da liberação, mas com uma monitoria constante para não virar bagunça”, concluiu.
Danilo Teixeira Alves
comentários
Eduardo Terovydes Junior
Universidade Sao Judas
enviado:
8/2/2012 10:03:07
Nem tudo que parece moderno é necessariamente inteligente. A vida está repleta de exemplos, procedimentos, materiais voltam a ser utilizados, pois a experiência demonstrou cabalmente serem mais eficazes que os novos. A geração "Y" trouxe avanços em vários aspectos, mas lamentavelmente falham nas relações humanas (a impessoalidade incentiva a falta de ética nos negócios), a credibilidade é um dos pilares para consolidação de negócios sólidos e duradouros. Sítios de compras coletivas e venda de viagens estão atigindo índices alarmantes de reclamações dos consumidores. Basta fazer uma pesquisa no Tribunal de Justiça com o CNPJ destas empresas, parece que não se importam com a opinião do consumidor, o negócio é vender a qualquer custo. Todos sabemos que está fórmula ñ tem futuro Ass.Geração X

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