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BAYARD DO COUTTO BOITEUX
UNIVERCIDADE-ESCOLA DE TURISWMO E HOTELARIA enviado:
31/12/2009 07:31:50 |
O Sr Luiz Chamisohn deveria ler melhor o artigo.Nossa crítica é num primeiro momento a falta de criatividade do Plano Aquarela e sobretudo a ineficácia no aumento de turistas.Sinceramente,a utilização "politiqueira" é totalmente inadequada. Sabemos bem que a promoção institucional é de competência dos órgãos públicos mas só se torna produtiva,se for acompanhada de um trabalho comercial,com investimentos efetivos da iniciativa privada. Apenas,para informação do mesmo,já estive 5 vezes na Fitur,10 vezes no ITB,4 na WTM,3 no IT and ME,por exemplo,onde inclusive fiz apresentações/palestras. Fica o registro. Feliz Ano novo ao senhor. |
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João Luiz Franco Coelho
Heliance Turismo enviado:
30/12/2009 11:41:38 |
Portanto acho que tambem tem que se fazer um estudo menucioso e trabalhar com as Operadoras, pois sem elas sempre vamos ter este turismo de formighinha que temos no Brasil. Vamos a Feira na Inglaterra e a onde estão os turistas inglese,Italianos e espanhois. Se não for feito parcerias e depois a divulgação do destino nos paises que realmente podem enviar turista vamos continuar engatinhando no turismo. Mirem-se no Exemplo de destinos que tem como grande emissores Operadoras como a TUI a Thomas cook Neckermann, Kuoni e várias outras, onde eles estão o destino está cheio de turistas. |
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João Luiz Franco Coelho
Heliance Turismo enviado:
30/12/2009 11:32:43 |
Concordo plenamente com os prefessores Bayard Boiteux e Maurício Werner, acho que o governo coloca muito dinheiro fora, focando em ações que já estamos cançados de saber, que não vai ter retorno nenhum. Quanto a participação de feiras até acho que são válidas, mas não adianta nada gastar rios de dinheiro com um grande estande e com custos altissimos de pessoal de viagens e etc. Em 2002 minha empresa em parceria com uma empresa européia captamos para Fortaleza 8 vôos charters semanais o que hoje transformou-se em dois, pois todo o investimentos para vinda destes charters foi nosso. O porque de hoje só dois: Pedimos a ajuda dos governos estadual e Federal para promoção dos destinos juntos as operadora que se propunham a investir o mesmo valor aplicado pelo governo e infelizmente, nada. |
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JUAREZ CARVALHO FILHO
enviado:
30/12/2009 11:00:01 |
Acompanho o trabalho dos professores a muito tempo, mas gostaria de fazer um pequeno comentário. Ao mencionar os trabalhos realizados por Caio, Jorge Doria etc...deveriam ser mais específicos. O que realmente ele fizeram de diferente do que está sendo feito? |
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LUIZ GOLTZ
Bergen Consultoria enviado:
29/12/2009 23:22:09 |
O artigo dos professores da UniverCidade é muito bom e coerente. Antes de fazer famtour, divulgação cara no exterior e outros "investimetos" é preciso se preparar de forma adequada. Um turista que chegue ao Brasil já leva susto no desembarque em GRU, com a bagunça e falta de espaço. E seguem os problemas em qualquer lugar para onde se dirijam. Mesmo no aeroporto não é comum achar quem saiba falar inglês (alguns acham que falam, mas deviam voltar para a escola...). Um turista que alugue um carro para viajar pelo BR vai ter muitas surpresas... Por isto a grande maioria dos turistas que nos visitam vem por motivos profissionais ou porque tem parentes ou amigos (que servirão de Guias) ou, o que se justifica pela nossa imagem no exterior, o "turista" que vem atrás de sexo barato. |
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Aguinaldo Luiz Martins deAlbuuerque
Autonomo enviado:
29/12/2009 23:07:29 |
Simplesmente sensacional. Os escritorios no exterior, basta fazer um teste, não tem material, ninguem atende, ninguem sabe dar informações. Famtour, sempre foi e será farra. Bastam copiar as ações do Governo Municipal de Gramado, política que deu e tem dado certo, e, vai dar por muito tempo devido ao comprometimento das pessos envolvidas... Também temos que torcer para a melhoria dos cursos de nivel superior na área de Turismo, Hotelaria, Eventos, Ciências Politicas e Sócio Econômicas, isto em âmbito nacional, que neste momento são deficientes. Somente com profissionais qualificados podemos então ter o turista estrangeiro em nosso PAÍZ. E, para finalizar vamos começar a tratar com mais seriedade a nossa tão querida "FEIRA DAS AMERICAS" ABAV, e, não para aqueles que vulgarizam a FEIRA... |
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Edvaldo Castro
enviado:
29/12/2009 16:52:06 |
Josevaldo...Farra com o dinheiro dos outros, em muitos casos o estado gasta pra colocar um estande em uma feira internacional e chegando lá você não encontra um técnico pra dar informações do destino, apenas pessoas que ganham dinheiro levando material de dezenas de empresas locais para divulgação usando o estande do estado. Faltam pessoas capacitadas nas Secretarias de Turismo dos estados, quantos estados não tem um concurso para as suas SETUR há vários anos? Vários...onde estão as pessoas capacitadas para trabalhar com o internacional? Não existem... a capacitação tem de começar fazendo o dever de casa, colocando pra fora apadrinhados sem experiência e sem ao menos falar outro idioma. Aí fica a pergunta, quem tem coragem de fazer isso? |
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Josevaldo Anizio Silva
enviado:
29/12/2009 11:52:43 |
Simplesmente sensacional. Os escritorios no exterior, basta fazer um teste, não tem material, ninguem atende, ninguem sabe dar informações. Famtour, sempre foi e será farra. Bastam copiar as ações do Governo Municipal de Gramado, política que deu e tem dado certo. Muito bom a análise feita pelos Professores. Muito real e pertinente. Parabéns. |
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Luiz Chaimsohn
TransIbérica Viagens e Turismo Ltda enviado:
29/12/2009 10:37:47 |
A analise desses professores me parece bastante "politiqueira" e nada técnica ao criticarem o plano aquarela em suas principais estratégias. A promoção institucional tem que ser sim feita por órgãos governamentais , nenhuma empresa, mesmo em época de Papai Noel , vai investir para promoção de um destino , a empresa promove seu produto . E justamente as principais ações que eles criticam : escritórios no exterior,tours de familiarização,press trips e participação em eventos internacionais . São constantemente utilizadas por governos de vários paises, Espanha, França, Itália etc e cá entre nós ninguém pode dizer que eles não sabem o que estão fazendo e quantos as participações em feiras internacionais, se eles fossem a Fitur por exemplo, veriam que o Brasil está bem mais profissional |
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