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Publicada em 19/7/2010 18:36:00

Jordânia planeja voo direto para São Paulo

Na home, Gisele Abrahao, da Global Vision, representante da Jordânia, a ministra de Turismo do país, Maha Khatib, e José Eduardo Barbosa, da Braztoa; aqui, o trio com Luiz Fabri (Designer), Sérgio Netto (MGM), Bárbara Picolo (CVC), Adel Auada (Câmara Árabe-Brasileira), Marcos Ferraz (Monark), Pedro Martinez (Século XXI), Ricardo Campos (Soft Travel), Gustavo Franco (Visual) e Lucila Nedelci (Raidho)
Na home, Gisele Abrahao, da Global Vision, representante da Jordânia, a ministra de Turismo do país, Maha Khatib, e José Eduardo Barbosa, da Braztoa; aqui, o trio com Luiz Fabri (Designer), Sérgio Netto (MGM), Bárbara Picolo (CVC), Adel Auada (Câmara Árabe-Brasileira), Marcos Ferraz (Monark), Pedro Martinez (Século XXI), Ricardo Campos (Soft Travel), Gustavo Franco (Visual) e Lucila Nedelci (Raidho)
A ministra do Turismo da Jordânia, Maha Khatib, reuniu-se com nove operadoras paulistas há pouco, na sede da Braztoa, com o objetivo de ouvir ideias sobre a promoção do país no Brasil. Estiveram presentes representantes da MGM, CVC, Flot, Designer, Monark, Soft Travel, Visual, Século XXI e Raidho.

O primeiro passo, na avaliação dos operadores, é a produção em português de material de divulgação, como sites, brochuras e vídeos – participação em eventos e em redes sociais como Facebook e Twitter também foram sugestões acatadas. “Estamos trabalhando com a [companhia aérea] Royal Jordanian para iniciarmos um voo direto a partir de São Paulo”, revelou a ministra. A aérea jordaniana, segundo ela, estaria aguardando a incorporação de aeronaves de maior porte à frota para então iniciar as tratativas com o governo brasileiro.

Principal indústria do PIB da Jordânia, o Turismo cresceu 25% em ingresso de divisas no primeiro semestre - o número de estrangeiros aumentou 30%, e o de brasileiros, de janeiro a maio, 125%.

“Estamos abertos às ideias vindas do mercado brasileiro e muito empolgados para começar parcerias com as operadoras do País”, afirmou Maha, acrescentando que a estabilidade da economia brasileira e o grande número de turistas em potencial influenciaram o início da aproximação com o mercado turístico do Brasil.



Alex Souza
comentários
JEFFERSON SANTOS
enviado:
26/7/2010 10:55:42
E sabe o que é pior? A Infraero não está muito preocupada com isto não. T3 ficará pra bem mais à frente. Até porque depois que a Infraero descobriu que os slots noturnos, àqueles outrora usados para os vôos corujões ao nordeste, podem e serão muito bem absorvidos pelas estrangeiras querendo pousar em GRU, chegou-se a conclusão que GRU é “ocioso” a noite e que têm muita “gordura pra queimar”. Ou seja, quem quiser voar à GRU que venha, mas para sair as 2, 3, 4 da madruga.
Luiz Magalhães
Vale do Piracicaba
enviado:
20/7/2010 22:39:46
O interesse por GRU continua forte, e só tende a crescer! Todas grandes cias. aereas do mundo querem servir a 5a maior cidade do mundo. As autoridades paulistas precisam solucionar o problema de SP, já que a incompetente INFRAERO, e o Governo Federal, não fazem nada. GRU foi inaugurado há 25 anos, e até agora só concluiram 2 dos 4 terminais projetados. Isto é um absurdo, isto é intolerável! Estão estrangulando a economia paulista e brasileira ! É preciso concluir GRU e investir em VCP. E iniciar a construção de uma AEROTROPOLIS, como em Seul e Dubai, com um grande aeroporto para 80M pax, com 4 pistas, com bairros industriais, residenciais, de serviços (centro de convenção, de exposição, de moda, hoteis, hospitais, universidade, etc.) com perfeita integração rodo-ferroviaria para SP e Rio.
Olavo Leal
enviado:
20/7/2010 13:34:14
Nos últimos dias, há 3 notas divulgando expectativas de novos voos a GRU: p/Canadá(YVR), EUA(USAirways/CLT) e este, p/Jordânia. A TAM receberá 4 novos B777-300 ainda este ano e deverá operá-los a partir de GRU, p/destinos mais procurados, liberando outros tantos A330-200 p/outras operações. A expansão da TAM prevê ainda uma frota de A330 e A350, até meados da próxima década. E a Infraero ainda está engatinhando na expansão de GRU, pois recentemente abriu licitação para o PROJETO de T3, terminal que deveria ter sido entregue em 2007!!! E haja solução paliativa, como os módulos operacionais, que têm tudo para se perpetuarem, pois, pelo andar a carruagem, a estatal jamais acompanhará o crescimento da demanda de GRU, na evolução atual.

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