Congonhas: novos hangares de Azul, Gol e Latam superam 95% das obras concluídas
Hangares das companhias devem ser disponibilizados para testes e homologações em meados de outubro

As obras de modernização e ampliação do Aeroporto de Congonhas (SP), as quais o Portal PANROTAS vem acompanhando de perto avançaram para uma nova etapa nesta semana. O novo Terminal de Cargas (TECA) e três hangares destinados às operações de Azul, Gol e Latam já ultrapassaram 95% das obras concluídas e devem ser disponibilizados para testes e homologações em meados de outubro.
A atualização foi divulgada pelo CEO do Aeroporto de Congonhas, Kleber Meira, após uma visita às frentes de trabalho. Segundo o executivo, as estruturas fazem parte da Fase 1B do projeto, que inclui a chegada do novo terminal, e estão entre as entregas que entram na reta final.
"Este é mais um marco importante da transformação que estamos conduzindo em Congonhas. Estamos entrando na reta final desta primeira fase de obras da Fase 1B, com diferentes frentes avançando simultaneamente e novas entregas cada vez mais próximas. Transformar um aeroporto da dimensão e da complexidade de Congonhas, mantendo a operação ativa e segura todos os dias, sem reduzir capacidade, exige planejamento minucioso, engenharia, coordenação e, acima de tudo, muita presença no campo".
Kleber Meira, CEO do Aeroporto de Congonhas
O executivo acompanhou no local a evolução do novo TECA e dos três hangares, que serão utilizados pelas três principais companhias aéreas que operam em Congonhas. A previsão é que, após a conclusão das obras, as estruturas passem pelas etapas de testes e homologações antes do início efetivo das operações.
A obra faz parte do conjunto de intervenções da Fase 1B, que inclui ainda a ampliação do pátio de aeronaves, e intervenções nas taxiways. Para Meira, manter a operação ativa durante uma intervenção dessa dimensão exige planejamento e coordenação entre as diferentes equipes envolvidas.
“Transformar um aeroporto da dimensão e da complexidade de Congonhas, mantendo a operação ativa e segura todos os dias, sem reduzir capacidade, exige planejamento minucioso, engenharia, coordenação e, acima de tudo, muita presença no campo”, disse o executivo.