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United, Copa e Avianca confirmam aliança (sem Brasil)

Divulgação
United estará ao lado da Avianca e Copa neste JBA
United estará ao lado da Avianca e Copa neste JBA
United Airlines mais latina e Copa e Avianca mais americanas. Esse é o resultado do aprofundamento das parcerias entre as aéreas Star Alliance anunciado na última semana - e que vinha sendo desenhado há alguns meses. Ainda aguardando confirmação de autoridades governamentais, o acordo promete incrementar as relações da United com 19 países das Américas Central e do Sul.

As três companhias aéreas participantes do acordo se unem agora por meio de um Joint Business Agreement (JBA). Dentre as vantagens, destaca-se a integração operacional “seamless” (sem interrupções) para mais de 12 mil rotas, novas rotas diretas, novas frequências e tempos de viagem reduzidos.

“Esse acordo representa o próximo capítulo nas relações da indústria aérea latina e norte-americana”, afirmou o presidente da United, Scott Kirby. “Estamos empolgados em trabalhar com nossos parceiros Star Alliance Avianca e Copa para levar os tão esperados crescimento e competição a diversos mercados pouco desenvolvidos”, completa.

O CEO da Copa, Pedro Heilbron, comentou que com o acordo haverá a possibilidade de ofertas de tarifas mais competitivas, além de um incremento de mais de 275 destinos a sua malha aérea latina e norte-americana. “Nós acreditamos que esta parceria beneficia nossos passageiros [...] ao promover crescimento e inovação na indústria aérea pelas Américas.”

“É fato que juntos somos mais fortes nos mercados norte-americanos e latinos do que as três companhias individualmente”, opinou o presidente-executivo e CEO da Avianca Holding, Hernan Rincon. “Esta parceria irá permitir que a Avianca fortaleça sua posição como um player de primeira linha na indústria aérea do continente”, finalizou.

Apesar do acordo envolver três companhias aéreas que atuam em ares brasileiros (a Avianca Holding por meio de parcerias com a irmã Avianca Brasil), o JBA não contempla voos de e para o Brasil. No entanto, as companhias afirmam que, diante da assinatura do céus abertos entre Brasil e Estados Unidos, há a possibilidade de o País ser adicionado ao acordo.

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