Anvisa mantém uso de máscaras, mas libera comida a bordo

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Inframerica
As máscaras continuam sendo obrigatórias em aeroportos e durante os voos
As máscaras continuam sendo obrigatórias em aeroportos e durante os voos
O serviço de alimentação a bordo vai ser novamente liberado em voos nacionais, mas as máscaras ainda serão obrigatórias durante os voos e nos aeroportos. A decisão foi tomada hoje (12) durante 8ª Reunião Ordinária Pública da Diretoria Colegiada 2022 da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). As determinações foram definidas na discussão da RDC 456, que está vigente desde dezembro de 2020 e trata sobre o tema.

O voto que subsidiou a decisão foi dado pelo diretor relator da Anvisa, Alex Machado Campos, e foi seguido pelos outros quatro diretores que participaram da reunião, assim como pelo diretor-presidente do órgão, Antônio Barra Torres.

Durante o voto, Campos explicou as decisões alegando que as máscaras são a última barreira de proteção contra a covid-19 e é o que dará liberdade para que outras flexibilizações sejam feitas. O diretor relator ainda sustentou que em diversos locais do mundo as máscaras ainda são exigidas e alguns que liberaram já reavaliam a decisão.

As medidas passam a valer a partir de 22 de maio.

O resumo do voto traz as seguintes mudanças e manutenções na RDC 456:

- Utilização de máscaras em aeroportos e aeronaves segue obrigatória;

- Alimentação a bordo agora é permitida, desde que o passageiro volte a utilizar a máscara assim que terminar de se alimentar e hidratar;

- As companhias e aeroportos podem voltar a utilizar lotação máxima em ônibus que transportam passageiros entre aviões e salas de embarque e desembarque;

- Não é mais obrigatório que os processos de limpeza e desinfecção sejam feitos apenas com aeronaves vazias;

- Distanciamento físico em aeroportos permanece recomendado, sempre que possível;

- Avisos sonoros sobre o coronavírus serão mantidos em aeronaves, mas agora em em mensagens ajustadas com o período da pandemia e em toma mais orientativo;

- Desembarque por fileiras permanece.

O relator do voto ainda ressaltou que todas as decisões foram aprovados por um conjunto de parceiros que conta com Anac, companhias aéreas e os ministérios da Saúde e da Casa Civil.
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