Reino Unido investirá US$ 93 mi em voos de repatriamento

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A British Airways é uma das cinco aéreas que farão os voos de repatriamento
A British Airways é uma das cinco aéreas que farão os voos de repatriamento
Hoje (30), o governo do Reino Unido anunciou que investirá 75 milhões de libras, equivalente a cerca de US$ 93 milhões, em voos para resgatar os britânicos presos em outros países. Os voos de repatriamento terão como prioridades pessoas mais vulneráveis e nações com o maior número de britânicos presos. Até o momento, o governo está trabalhando em conjunto com a British Airways, Virgin, Easyjet, Jet2 e Titan.

Desde que o Reino Unido começou a bloquear suas fronteiras, o governo vem pedindo aos viajantes que voltem para casa. O secretário de Relações Exteriores, Dominic Raab, observou que, em 23 de março, o governo instruiu aqueles que estavam viajando para retornar ao Reino Unido com urgência. No entanto, muitas dessas milhares de pessoas não acharam formas de voltar, com os aeroportos fechados, voos suspensos e restrições dos governos que os impedem de sair do país.

Inicialmente, a prioridade era manter as rotas comerciais ativas, segundo Raab. Neste cenário, as companhias aéreas seriam responsáveis por levar as pessoas para casa e estariam sendo incentivadas a vender passagens mais baratas ou até sem custo para tornar a chegada em casa acessível a todos. Os passageiros seriam incentivados a voltarem o mais rápido possível e poderiam inclusive trocar de companhia para chegar mais rápido ao seu país de origem.

No entanto, com os voos comerciais suspensos, o Reino Unido prometeu oferecer apoio financeiro para a operação de voos fretados especiais. Estes serão promovidos no site do governo de conselhos de viagem e por meio da embaixada britânica no país. Os passageiros reservam e pagam diretamente com uma agência de viagens dedicada ao repatriamento.

Com os investimento de 75 milhões de libras do governo, as aéreas poderão manter os custos baixos e tornar os voos acessíveis para quem procura retornar ao Reino Unido. A prioridade serão as pessoas mais vulneráveis, incluindo idosos e pessoas com problemas de saúde, e países com um grande número de pessoas tentando chegar em casa.
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