Laura Enchioglo   |   22/09/2026 08:19

São Paulo lança manual com 15 experiências de Turismo inclusivo no Estado

Publicação reúne iniciativas de acessibilidade desenvolvidas em diferentes regiões e segmentos do Turismo


Divulgação
Material considera acessibilidade de forma ampla, abrangendo aspectos arquitetônicos, comunicacionais, metodológicos, instrumentais, programáticos, atitudinais e estéticos
Material considera acessibilidade de forma ampla, abrangendo aspectos arquitetônicos, comunicacionais, metodológicos, instrumentais, programáticos, atitudinais e estéticos

Foi lançado o “Turismo Inclusivo e Competitividade no Estado de São Paulo – Estudo de Boas Práticas”, publicação que reúne 15 experiências de acessibilidade e inclusão desenvolvidas em destinos turísticos, equipamentos culturais, eventos e programas municipais.

O material foi produzido no âmbito do projeto Turismo Inclusivo e Competitividade no Estado de São Paulo, parceria entre a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SEDPcD), a Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo (Setur-SP) e a Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (EACH-USP).

A publicação apresenta experiências desenvolvidas em diferentes municípios e segmentos, como cultura, eventos, Turismo de natureza, praias, esporte, Turismo industrial e hospedagem.

Entre os casos estudados estão:

  • Festa da Uva (Jundiaí);
  • Linha Inclusiva no Turismo Industrial (São Bernardo do Campo);
  • Programa Praia Acessível (Caraguatatuba);
  • Onda BGF (Bertioga);
  • Iniciativas de São Paulo, como os grandes eventos do município, o Museu do Futebol, o Museu do Ipiranga e a Pinacoteca;
  • Museu Histórico e Pedagógico Índia Vanuíre (Tupã);
  • Projeto Pé na Estrada (São Sebastião);
  • Rede dos Sonhos (Socorro);
  • Sabina (Santo André);
  • Iniciativas em Santos, do Sesc Bertioga e do Moinho Povos Unidos (Holambra).

O material considera acessibilidade de forma ampla, abrangendo aspectos arquitetônicos, comunicacionais, metodológicos, instrumentais, programáticos, atitudinais e estéticos. Nesse contexto, uma boa prática é entendida como uma resposta concreta a uma barreira identificada, implementada e aperfeiçoada, cuja experiência pode servir de referência para adaptações em outros contextos.

A seleção das 15 experiências ocorreu a partir de um levantamento de iniciativas de Turismo acessível no Estado, seguido por etapas de avaliação e classificação.

As experiências selecionadas contemplam diferentes públicos, entre eles pessoas com deficiência física, visual, auditiva e intelectual, pessoas autistas e pessoas com 60 anos ou mais. A publicação busca documentar as soluções adotadas e os resultados observados, contribuindo para a disseminação de referências que possam ser adaptadas por outros destinos e equipamentos turísticos.

Publicações estão disponíveis no link.

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Sobre o autor

Jornalista formada pela Faculdade Cásper Líbero, Laura Enchioglo é repórter na PANROTAS, onde entrou como estagiária em 2023. Tem experiência em assessoria de imprensa e na cobertura de economia e finanças.