Pedro Menezes   |   02/02/2026 09:28
Atualizada em 02/02/2026 09:30

Disney registra desempenho recorde em parques temáticos no 1º trimestre fiscal de 2026

Grande destaque do primeiro trimestre fiscal foi novamente o segmento Parques Temáticos e Experiências

Divulgação
No primeiro trimestre fiscal, encerrado em 27 de dezembro de 2025, a companhia registrou receita de US$ 26 bilhões, alta de 5% em relação ao mesmo período do ano anterior
No primeiro trimestre fiscal, encerrado em 27 de dezembro de 2025, a companhia registrou receita de US$ 26 bilhões, alta de 5% em relação ao mesmo período do ano anterior

Após crescer 135% e lucrar um valor recorde no ano fiscal de 2025, a Walt Disney Company iniciou o ano fiscal de 2026 com um novo crescimento de receita e um forte desempenho operacional, impulsionada principalmente pelo segmento de experiências, que engloba parques temáticos, cruzeiros e produtos.

No primeiro trimestre fiscal, encerrado em 27 de dezembro de 2025, a companhia registrou receita de US$ 26 bilhões, alta de 5% em relação ao mesmo período do ano anterior, enquanto o lucro operacional chegou a US$ 4,6 bilhões O lucro por ação diluído, por sua vez, ficou em US$ 1,34.

Mesmo com pressões de custos em streaming e direitos esportivos, a empresa destacou que o trimestre mostra evolução consistente na estratégia de crescimento, especialmente na integração entre cinema, streaming e experiências presenciais.

“Estamos satisfeitos com o início do nosso ano fiscal, e nossos resultados refletem o grande progresso que fizemos. Entregamos forte desempenho nas bilheterias em 2025, com sucessos bilionários como Zootopia 2 e Avatar: Fire and Ash, franquias que geram valor em diversos negócios da empresa"

Bob Iger, CEO da Disney

Parques temáticos e experiências lideram crescimento

Resultados do 1T26 fiscal do segmento de Parques e Experiências
Resultados do 1T26 fiscal do segmento de Parques e Experiências

O grande destaque do primeiro trimestre fiscal foi novamente o segmento Experiences, que reúne parques temáticos, resorts, cruzeiros e produtos licenciados. A divisão alcançou receita recorde de US$ 10 bilhões para um trimestre, crescimento de 6% em relação ao ano anterior.

Neste caso, os parques norte-americanos foram responsáveis por quase US$ 7 bilhões de receita, enquanto os parques internacionais responderam por US$ 1,75 bilhão no período, ambos com alta de 7%.

O lucro operacional do segmento, por sua vez, chegou a US$ 3,3 bilhões, alta também de 6%. Neste caso, oomente os parques e experiências domésticas, que incluem Walt Disney World e Disneyland, em Orlando e na Califórnia, respectivamente, tiveram aumento de 8% no lucro operacional.

Entre os fatores que explicam o desempenho recorde da Disney no segmento de parques e experiências estão: aumento do número de visitantes; crescimento do gasto médio por visitante; maior ocupação hoteleira; expansão das operações da Disney Cruise Line; e impacto positivo do lançamento de novos navios.

A empresa destacou ainda que a frequência nos parques norte-americanos cresceu 1%, enquanto o gasto per capita subiu 4%. O desempenho também foi beneficiado pela entrada em operação dos navios Disney Treasure, lançado no fim de 2024, e Disney Destiny, iniciado em novembro de 2025.

Ao mesmo tempo, a Disney reconhece que os custos aumentaram devido a novos investimentos em atrações, expansão da frota de cruzeiros e pressões inflacionárias, o que limitou um avanço ainda maior da margem operacional.

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Sobre o autor

Natural do Rio de Janeiro, Pedro Menezes é bacharel em Comunicação Social/Jornalismo e atua há 12 anos na imprensa especializada em Turismo. Atualmente, é editor do maior portal brasileiro voltado a profissionais do setor, com base em São Paulo. O jornalista tem experiência em cobertura nacional e internacional de feiras, congressos e eventos, além de pautas de política e economia ligadas ao Turismo.