Banheiro é prioridade do brasileiro ao avaliar hospedagem | Mercado | PANROTAS
MERCADO

Banheiro é prioridade do brasileiro ao avaliar hospedagem

Divulgação/ Sofitel Sydney
Sofitel Sydney Darling Harbour, em Sidney, na Austrália
Sofitel Sydney Darling Harbour, em Sidney, na Austrália
Cada um tem uma rotina ao entrar no quarto de um hotel em que nunca esteve. Há quem se preocupe com a vista da janela, com o espaço dos armários, com o tamanho da cama ou com o entretenimento na TV. Para o brasileiro, no entanto, nada é mais importante do que o banheiro. Essa foi uma das tendências notadas pela Booking.com em pesquisa recente sobre o mercado nacional.

O principal fator para a satisfação com a acomodação durante uma viagem é a limpeza e o conforto do banheiro. Essa foi uma das respostas de 91% dos viajantes brasileiros. O quesito limpeza e conforto é definitivamente crucial, sendo repetido também na análise do quarto, para 87%. Seguem em importância para o brasileiro o café da manhã (65%), uma paisagem agradável (55%) e wi-fi na acomodação (45%).

Ao escolher a acomodação, o consumidor no Brasil prioriza avaliações de hóspedes passados (76%). Em complemento, a segurança do bairro (58%), fácil acesso por transporte público (39%) e localização próxima a atrações (31%) são fatores determinantes. Entre amenidades, lençóis e toalhas confortáveis (73%) e produtos de higiene e beleza de qualidade (41%) são os destaques.

Em resumo, a opção de estada tem um valor enorme para o cliente brasileiro. Na verdade, a pesquisa contabilizou que a hospedagem é fator “muito importante” para 69% dos entrevistados.

O hotel segue como o tipo de hospedagem mais utilizado, opção para 54% dos entrevistados. Ainda assim, 48% dizem estar abertos a hospedagens alternativas como pousadas, albergues, casas e apartamentos. O estudo mostra que 54% dos viajantes brasileiros conhecem o modelo de aluguel de temporada, mas nunca o utilizaram.

O aluguel de casas e apartamentos representa vantagem, para os entrevistados, pelos preços mais acessíveis em relação a hotéis (76%), maior flexibilidade de horários (28%) e a possibilidade de dividir a acomodação com mais pessoas (26%).

A pesquisa foi realizada com 1.018 pessoas nas cinco regiões do País, por meio de questionário on-line, entre os meses de setembro e outubro de 2018.
 AVALIE A IMPORTÂNCIA DESTA NOTÍCIA