Eventos serão menores, mais curtos e locais, diz relatório da Accor

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A Accor acaba de lançar o relatório de tendências "The future of travel in 2021 and beyond - from resilience to recovery" ("O futuro das viagens em 2021 e além - da resiliência à recuperação"), produzido a partir de uma série de entrevistas com seus clientes, totalizando mais de dez mil participantes.

Confira as principais conclusões divulgadas pela Accor, baseadas no estudo:

1 – Para os profissionais da área, o futuro das reuniões e dos eventos passa por encontros mais curtos, locais e menores. Mais da metade (58%) dos profissionais entrevistados pela Accor acredita que as grandes reuniões, com mais de 150 participantes, serão reduzidas, mas apenas 25% acreditam em queda para pequenos eventos. Neste ponto, eventos locais ganham força, bom como os híbridos, que seguem em crescimento. Isto vale também para eventos pessoais, como casamentos.

2 – “Lazer, lifestyle e local” é outro conjunto de tendências identificado pela pesquisa da Accor. Os clientes estarão em busca de lazer e a demanda é doméstica. Atualmente, viagens locais estão atendendo a essa necessidade, à medida em que as pessoas aproveitam as oportunidades para explorar sua região, descobrir o que não conheciam em suas comunidades e visitar destinos mais próximos de casa.

3 – O trabalho remoto (home office ou office de qualquer lugar do planeta, como aponta os nômades digitais) também veio para ficar. Mais da metade dos viajantes de negócios (53%) acredita que viajarão com menos frequência do que antes da pandemia de covid-19. Enquanto isso, milhões de pessoas estão sentindo os efeitos de trabalhar em casa, incluindo diminuição do equilíbrio entre vida pessoal e profissional, impactos na produtividade e na saúde física e mental com o espaço pessoal se tornando escritório. Para estes, os hotéis podem ser a solução, seja pelo Room-Office, serviço da Accor que oferece toda a estrutura necessária para o trabalho remoto, como também o conceito de "Work from Anywere", que possibilita a mistura de lazer e trabalho. As viagens sem um rótulo definido, afinal, também são tendência.

Divulgação
Room-Office da Accor
Room-Office da Accor
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E obviamente, o estudo da Accor identificou que o viajante tem e quer a “segurança em primeiro lugar”. Se em 2020 a segurança, com os novos protocolos de saúde e higiene, foi fundamental, ela se mantém como prioridade nas próximas viagens e hospedagens. Para 77% dos entrevistados, higiene, distanciamento físico e políticas de segurança dos hotéis são fundamentais na escolha de onde ficar, além de não ter tarifas ao mudar as reservas (69%) e não ter tarifas no cancelamento (68%), já que as incertezas da pandemia continuarão por algum tempo.

"O relatório vem para corroborar que nossa indústria, apesar de ter sido muito impactada pela pandemia, soube se reinventar e, com inovação, está preparada para atender cada vez melhor seus clientes. Temos todos os protocolos de segurança, com o ALLSAFE, além de termos nos adaptado rapidamente a essas demandas, como foi com o lançamento do Room-Office no Brasil, em maio, que é um sucesso e vai permanecer em todos os nossos hotéis", declarou o CCO Accor América do Sul, André Sena.
Emerson Souza
O CCO Accor América do Sul, André Sena
O CCO Accor América do Sul, André Sena






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