Rio Quente Resorts e Hot Park fecham as portas temporariamente

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Divulgação
Hot Park Rio Quente ficará fechado até 30 de março
Hot Park Rio Quente ficará fechado até 30 de março
Um dos principais complexos hoteleiros da região de Caldas Novas (GO), o Rio Quente Resorts, no município de Rio Quente, fecha as portas hoje para reabrir em 31 de março. O resort e seu parque Hot Park comunicam que seguem ordens da prefeitura, que por sua vez tenta combater o avanço da covid-19.

"Nosso compromisso com a saúde é prioridade. Recentemente, a Aviva, detentora das marcas Rio Quente Resorts e Hot Park uniu esforços com outras empresas das cidades de Rio Quente e Caldas Novas, apoiadas por entidades nacionais como Resorts Brasil, SINDEPAT, AQUA, SINDHORBs, J ASSY, ACICAN, ABRACALDAS, ASCONCN e CDL, para fornecer cinco UTIs para atendimento à população local. Nosso compromisso se mantém, e entendemos a importância da suspensão, para que a situação do sistema de saúde do Estado de Goiás e Macro Região de Rio Quente, assim como a de outros estados, melhore. Nossos clientes podem ficar tranquilos quanto à remarcação das reservas já realizadas para o período, pois temos um canal específico no site https://www.rioquente.com.br para atendê-los", afirma o diretor de Operações da Aviva, Flavio Monteiro.

Leia o comunicado:
Conforme Decreto Nº 125-2021 publicado pelo município de Rio Quente, seguindo o decreto do Governo do Estado de Goiás, o Rio Quente Resorts e Hot Park terão suas atividades suspensas entre os dias 17 e 30 de março de 2021, retomando suas atividades no dia 31 de março.

Neste período, o Rio Quente Parques & Resorts continuará cuidando de cada detalhe dos seus espaços, contando os dias para voltar a receber seus clientes com ainda mais segurança e tranquilidade, proporcionando a todos um ambiente de diversão para as famílias que os visitam. E no retorno continuará com os rígidos protocolos de segurança, de acordo com os melhores empreendimentos de turismo do mundo, inclusive com a chancela do selo Turismo Responsável, criado pelo governo federal do Brasil, e validados pela equipe do InCor (Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP).
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