Fohb tem protocolo chancelado por Faculdade de Medicina da USP

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A Professora Ester Cerdeira Sabino, diretora do Instituto de Medicina Tropical da Faculdade de Medicina da USP
A Professora Ester Cerdeira Sabino, diretora do Instituto de Medicina Tropical da Faculdade de Medicina da USP
O Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (Fohb) lançou a versão 2.0 de seu protocolo de retomada. Trata-se de uma edição revisada, chancelada e com orientações do Instituto de Medicina Tropical da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (IMT-FMUSP), responsável pelo primeiro sequenciamento genético do coronavírus no Brasil.

O conteúdo do protocolo, que se iniciou com apoio de entidades do setor e do especialista em hotelaria hospitalar Marcelo Boeger, foi analisado pela marQ Consultoria e liberado para as redes hoteleiras em junho. Nesta nova atualização, o time de pesquisa e medicina da USP se junta ao grupo de apoiadores para atualizar as medidas.

Dentre as atualizações do documento original, o IMT-FMUSP achou por bem destacar as diferenças entre vírus e doença; atualizar períodos de transmissão, incubação e presença de sintomas; ampliar a lista de sintomas do covid-19 e sinalizar outras atividades de lazer que devem permanecer suspensas durante a pandemia.

"Ficamos felizes em contribuir para o desenvolvimento de normas de segurança para as redes hoteleiras. Acreditamos que esta seja uma missão importante da Universidade de São Paulo: auxiliar o setor produtivo neste momento tão difícil", comenta a professora Ester Cerdeira Sabino, diretora do Instituto de Medicina Tropical da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

Filip Calixto
Orlando Souza, do Fohb
Orlando Souza, do Fohb
O presidente executivo do Fohb, Orlando de Souza, lembra que o protocolo poderá ser novamente modificado e atualizado. "O protocolo de retomada do Fohb certamente irá passar por outras atualizações, seja por conta das inovações tecnológicas para combater o coronavírus, seja por novas descobertas da ciência. É um documento que irá evoluir conforme o tempo, sempre respeitando as orientações dos órgãos de saúde nacionais e mundiais", aponta.

O material está disponível no site da associação.
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