Réveillon do Rio deve acontecer, mas descentralizado

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Divulgação/Riotur
A secretária interina do Turismo do Rio de Janeiro, Adriana Homem de Carvalho, afirmou que o réveillon da capital fluminense deste ano deverá ser descentralizado.

"Ele vai acontecer, mas de forma descentralizada", disse. "Nós temos uma preocupação em relação aos eventos que possuem uma grande quantidade de pessoas, não apenas pelo evento em si, como também pela infraestrutura que existe por trás de cada um deles", completou ela, que foi uma das convidadas do Check Point desta quinta-feira (30), que debateu a retomada do Turismo na região Sudeste.

A prefeitura do Rio informou, no último dia 25, que a festa “não é viável neste cenário de pandemia, sem a existência de uma vacina”. Por sua vez, a Riotur informou que “o réveillon não é um evento rígido e pode acontecer de diversas formas, que não apenas reunindo três milhões de pessoas na Praia de Copacabana”.

Divulgação
Adriana afirmou que a notícia de que o réveillon poderia não acontecer gerou um grande impacto. "Por isso, nós estamos ainda discutindo as propostas sobre a descentralização da festa e a ideia é que ela aconteça espalhada pela cidade", destacou

OUTROS EVENTOS
Em relação aos outros eventos realizados no Estado, Adriana garantiu que as autoridades estão trabalhando para a reabertura com base no selo Turismo Consciente, lançado em junho pelo Governo do Estado.

À princípio, a ideia será criar um formato hibrido de evento, parte on-line e parte presencial. No início da pandemia, os eventos foram adiados para o segundo semestre, mas, por conta da pandemia, estamos estudando uma forma diferente de realização, afirmou.

O Check Point é realizado pela PANROTAS em parceria com a Imaginadora e a R1.

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