Argentina endurece confinamento para combater covid-19

|

O presidente da Argentina, Alberto Fernández, anunciou ontem (20), em um pronunciamento em cadeia nacional, novas restrições para tentar combater o avanço do coronavírus naquele país. No discurso, o presidente ressaltou que o momento atual é considerado a pior fase desde o início da pandemia e que o endurecimento das medidas, que a princípio valem até o dia 30 deste mês, é necessário para reduzir os números de contágios e mortes que se agravam em todas as regiões.

Reprodução
Pronunciamento do presidente Alberto Fernández durou cerca de 20 minutos
Pronunciamento do presidente Alberto Fernández durou cerca de 20 minutos
As novas determinações têm validade de nove dias. E as principais são:

- Restrição na circulação de pessoas (os habitantes só podem sair de casa entre as 6h e as 18h e apenas nas proximidades do local onde vivem e por razões de necessidade);

- Suspensão de atividades econômicas, recreativas e ecológicas;

- Proibição de qualquer tipo de aglomeração;

- Comércios essenciais abrem; entrega em casa também fica permitida

Fernández fez um apelo à população lembrando que este é o momento de ser solidário e pensar como sociedade. “Não podemos nos salvar sós, precisamos ser solidários”, afirmou durante o comunicado que durou cerca de 20 minutos.

O governante lembrou que essas medidas de restrição de valem para toda a região de Buenos Aires e mais de 100 distritos em todas as províncias. Ele também ressaltou que o endurecimento só foi necessário em virtude de erros que abriram espaço para a proliferação do vírus.

De acordo com o presidente desde que as medidas de restrições forma tomadas, três erros eram comuns em diversas regiões. Essas falhas, segundo ele, não podem mais ocorrer. “Em alguns lugares não foram cumpridas as medidas, em outros as decisões foram tomadas de maneira isolada e em muitos lugares houve relaxamento ou não foram adotadas as restrições”, diz.

O pronunciamento completo do presidente argentino está disponível neste link.
 AVALIE A IMPORTÂNCIA DESTA NOTÍCIA