Carnaval de Belo Horizonte atinge recorde histórico com 349 mil turistas
Feriado da capital mineira teve 457 desfiles de blocos de rua e movimentação financeira de R$ 1,4 bilhão

A edição de 2026 do Carnaval de Belo Horizonte contou com 23 dias de programação e 457 desfiles de blocos de rua que atraíram 6,6 milhões de foliões, dos quais 349 mil turistas. A movimentação financeira foi estimada em R$ 1,4 bilhão.
A nota de recomendação do Carnaval de Belo Horizonte alcançou 9,3, demonstrando forte intenção de retorno e indicação da festa para outras pessoas. A pesquisa também aponta crescimento da participação turística. Do total de foliões, 76,3% são moradores e 23,7% visitantes, percentual superior ao registrado em 2025, quando os turistas representavam 18% do público.
Maioria dos visitantes:
- Interior de Minas Gerais (51,1%),
- São Paulo (17,4%),
- Distrito Federal (9,6%),
- Rio de Janeiro (3,1%),
- Espírito Santo (3,1%),
- Rio Grande do Sul (2,5%).
Entre as cidades de origem mais frequentes estão Brasília, São Paulo, Divinópolis, Juiz de Fora e Uberlândia. A estimativa é que cerca de 349 mil turistas tenham participado da festa, sendo que 93% deles indicaram o Carnaval como principal motivo da viagem.
Os visitantes permaneceram, em média, 3,8 dias na cidade durante o período festivo, com gasto médio individual diário de R$ 575,38, crescimento em relação a 2025, quando o valor foi de R$ 483,38. Já entre os moradores, o gasto médio total per capita ao longo do evento foi de R$ 154,85, patamar semelhante ao do ano anterior. Em relação à hospedagem, a maior parte dos visitantes ficou em casas de parentes e amigos (46,7%), seguida por hotéis e pousadas (28,3%) e plataformas de aluguel por temporada, como Airbnb (16,4%).

O Carnaval de Belo Horizonte 2026 também movimentou o setor hoteleiro neste mês de fevereiro, em especial entre os dias 13 a 17. A taxa de ocupação de toda a cidade atingiu 83,5%, superando a porcentagem de 76,73% do último ano. Já a região Centro-Sul alcançou a média de quase 100%, acima da média de 2025 quando chegou a 82,10%.