Brasil supera 5 milhões de visitantes internacionais no primeiro semestre do ano
Modal aéreo concentrou 67% das chegadas, com mais de 3,5 milhões de desembarques

O transporte aéreo respondeu pela maior parte das chegadas de turistas internacionais ao Brasil no primeiro semestre de 2026, correspondendo a 67% do fluxo.
De acordo com dados divulgados pela Embratur, pelo Ministério do Turismo e pela Polícia Federal, nesta quarta-feira (15), 3,5 milhões de visitantes estrangeiros desembarcaram no País por via aérea entre janeiro e junho, resultado 13,3% superior ao registrado no mesmo período de 2025 e o maior volume da série histórica para um primeiro semestre.
De janeiro a junho, o Brasil contabilizou 5,2 milhões de chegadas de turistas internacionais, segundo melhor desempenho para o período. Em junho, foram registradas 442 mil entradas de visitantes estrangeiros. Somente no modal aéreo, o mês contabilizou 360 mil desembarques, crescimento de 1% em relação a junho do ano passado.
"O crescimento das chegadas por via aérea demonstra a importância da conectividade internacional do Brasil para o fluxo de visitantes estrangeiros. A ampliação da oferta de voos e a diversificação dos mercados emissores contribuem para fortalecer esse movimento em 2026",
Bruno Reis, presidente da Embratur.
Mercados internacionais
Argentina (1.979.365), Chile (471.590), Estados Unidos (395.929), Uruguai (322.951) e Paraguai (303.880) são os principais emissores de turistas internacionais para o Brasil nos primeiros seis meses.
Os dados do primeiro semestre mostram que os países abaixo registraram os maiores volumes de chegadas já observados para o período de janeiro a junho.
- China (73.311),
- Colômbia (112.140),
- Peru (101.590),
- Canadá (65.111),
- México (68.521),
- Chile (471.590),
- Uruguai (322.951)
Destaques de junho
Em junho, a China registrou o maior volume já observado para esse mercado em qualquer mês da série histórica. No mesmo período, Colômbia, Canadá e Austrália apresentaram o segundo maior resultado para um mês de junho, atrás apenas dos números registrados em 2014.