ECONOMIA E POLÍTICA

Apesar de queda de receitas em março, CNC prevê crescimento


Filip Calixto
O presidente da CNC, José Roberto Tadros
O presidente da CNC, José Roberto Tadros


Em março deste ano, o setor de serviços sofreu queda de 0,7% no volume de receitas em relação ao mesmo mês no ano passado. O número foi divulgado hoje (14) pela pesquisa mensal de serviços (PMS) do IBGE.


Mesmo com a baixa, a confederação nacional do comércio de bens, serviços e turismo (CNC) continua com expectativa positiva, projetando um avanço anual de +1,6%, que seria o primeiro desde 2014. De janeiro a março, porém, houve a terceira retração consecutiva, com perda de 0,6%, sendo o pior resultado desde 2017.


“Tivemos um trimestre com cautela nos investimentos por parte das empresas, ociosidade da capacidade instalada e mercado de trabalho fraco. Essa situação vem impedindo o avanço da economia e sugere elevada possibilidade de retração no PIB do início do ano”, afirma o presidente da CNC, José Roberto Tadros.


Em relação ao ano passado, a receita de serviços cresceu em média 1,1% no primeiro trimestre. Entre os estados, São Paulo destacou-se (+4,6%), mas as regiões Norte (-1,0%) e Nordeste (-1,9%) caíram.

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