Turismo aguarda resposta da Economia sobre nova MP

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Divulgação/Agência Brasil/MarceloCamargo
Destino da nova MP do IRRF está nas mãos do ministro Paulo Guedes
Destino da nova MP do IRRF está nas mãos do ministro Paulo Guedes
Duas semanas depois do desabafo em relação à desilusão com a retirada do Turismo da MP do IRRF, os líderes da Abav, Magda Nassar, Braztoa, Roberto Nedelciu, e Clia Brasil, Marco Ferraz, fizeram um balanço da mobilização e do apoio recebido do ministro do Turismo, Gilson Machado, e sua equipe.

“Recebemos apoio de todo o trade, há mobilização de agências, operadoras e demais players nas redes sociais, mas temos que destacar que o ministro Gilson não largou a nossa mão desde o começo”, disse Magda Nassar. Segundo ela, Machado está tão indignado como o setor com o que aconteceu com a MP.

PANROTAS / Emerson Souza
Roberto Nedelciu, da Braztoa, e Magda Nassar, da Abav Nacional
Roberto Nedelciu, da Braztoa, e Magda Nassar, da Abav Nacional
“O Ministério do Turismo preparou outra MP em tempo recorde e isso mostra o comprometimento da pasta com essa demanda do agenciamento”, completa Roberto Nedelciu. “Estamos aguardando essa resposta do Ministério da Economia sobre a nova MP e também para um pedido de agenda com o ministro Paulo Guedes.”

Segundo Marco Ferraz, da Clia Brasil, Gilson Machado falou diretamente com o presidente Jair Bolsonaro sobre o caso e o chefe do Executivo prometeu colocar o tema na agenda com Paulo Guedes. “O apoio do ministro tem sido decisivo para termos essa solução”, comenta Marco Ferraz. A ação, agora, está nas mãos de Guedes e sua equipe.

O trâmite no Ministério da Economia deve levar pelo menos um mês, mas com um pedido de urgência de Bolsonaro tudo pode ser mais rápido.

Divulgação
Gilson Machado
Gilson Machado
Abav, Braztoa e Clia Brasil concordam que a mobilização deu certo, a MP está no Ministério da Economia e o ministro Gilson Machado está fazendo sua parte, tanto técnica como politicamente.

O setor não pode perder muito tempo, pois as vendas de viagens internacionais para 2022 devem acelerar após o pico da ômicron e agências de viagens e operadoras esperam que elas sejam feitas com empresas brasileiras ou estabelecidas no Brasil, gerando emprego e renda aqui, e não em sites internacionais que beneficiam apenas outros países.

A mobilização continua.

PANROTAS / Emerson Souza
Marco Ferraz, da Clia Brasil
Marco Ferraz, da Clia Brasil


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