Da Redação   |   08/05/2026 12:36

Cooperação entre destinos é chave para o futuro do Turismo; leia o artigo

Toni Sando, presidente da Unedestinos, afirmou que os brasileiros voltaram a viajar pelo próprio país


Divulgação
 Toni Sando, presidente da Unedestinos
Toni Sando, presidente da Unedestinos

O Turismo vive um momento de expansão das viagens domésticas em função de uma maior conectividade aérea e do fortalecimento dos destinos regionais. Neste cenário, entidades de promoção turística e CVBs assumem papel estratégico na articulação entre iniciativa privada e poder público para tornar os destinos mais competitivos e preparados para receber visitantes ao longo de todo o ano.

É o que constata Toni Sando, presidente da Unedestinos (União Nacional de CVBs e Entidades de Destinos), em seu mais novo artigo. Confira abaixo:

O Brasil voltou a viajar pelo próprio país

"No Dia Nacional do Turismo, celebrado em 8 de maio, temos muitos motivos para olhar com atenção para a força do turismo doméstico. Nos últimos anos, o brasileiro voltou a viajar pelo próprio país para redescobrir destinos, culturas, experiências e regiões que muitas vezes estavam fora do radar do grande público.

Os números ajudam a mostrar essa dimensão. Em 2025, o Brasil ultrapassou a marca de 100 milhões de passageiros transportados em voos domésticos, registrando recordes históricos na aviação nacional, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Isto significa que as pessoas estão circulando. E esse movimento fortalece as economias locais, gera empregos e beneficia os setores de hotelaria, gastronomia, comércio, eventos e serviços. É aqui que as Organizações de Visitors e Convention Bureaus (CVBs) assumem um protagonismo cada vez mais importante. São entidades que atuam diretamente na promoção dos destinos, na articulação entre iniciativa privada e poder público e, principalmente, na construção de estratégias para atração de visitantes e eventos.

Esse trabalho vai muito além da promoção turística tradicional. Essas organizações ajudam a estruturar destinos, apoiar a captação de eventos, reduzir a sazonalidade, fortalecer a identidade regional e criar ambientes mais competitivos para receber turistas de lazer e negócios durante o ano inteiro.

Tenho defendido cada vez mais que o turismo precisa ser tratado como política de desenvolvimento econômico e social. O Brasil possui uma diversidade única, capaz de atender diferentes perfis de viajantes, mas transformar potencial em resultado exige planejamento, governança e cooperação. E é justamente nesse ponto que o associativismo que a Unedestinos proporciona faz diferença. Só a união entre diferentes atores do setor pode fortalecer destinos sem rivalidades e criar estratégias mais consistentes e duradouras para o turismo brasileiro, baseadas na profissionalização do nosso mercado e na construção de políticas que garantam crescimento sustentável para os próximos anos".

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