Klink critica infra para turismo náutico no Brasil

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Netto Moreira
Tarcísio Gargioni, o vice-presidente comercial e de Marketing da Avianca Brasil, acompanha palestra do navegador Amyr Klink
A travessia a remo do Oceano Atlântico realizada pelo navegador brasileiro Amyr Klink completa 30 anos no próximo dia 18 de setembro e, para celebrar a data, foi lançado hoje um projeto cultural, com apoio da Avianca Brasil, para divulgar o feito que até agora não foi repetido. Na programação está prevista a mostra fotográfica “Linha d’Água”, que será realizada entre os dias 8 de setembro e 2 de outubro, no Espaço Cultural do Conjunto Nacional, em São Paulo, e trará imagens das expedições realizadas por Klink, além do barco com o qual realizou a travessia.

De acordo com o vice-presidente comercial e de Marketing da Avianca Brasil, Tarcísio Gargioni, a decisão de apoiar o projeto foi tomada de forma simples e rápida. “A história do Amyr Klink é de muita determinação e coragem, inspiradora para os jovens de hoje e que precisa ser mais divulgada. Nosso projeto de apoio à cultura se identifica com a trajetória dele”, disse o executivo.

AMYR KLINK
Além da expedição, Klink falou sobre o aproveitamento dos portos brasileiros para o turismo. Segundo ele, o País aproveita mal o potencial que tem para o turismo náutico. “O Brasil não possui nenhum projeto de readequação e reestruturação portuária voltado para o uso das embarcações. O fretamento de barcos particulares é uma atividade virtuosa e extremamente lucrativa, mas o governo brasileiro não dá a devida importância”, disse.

Klink utilizou o exemplo do porto de Palma de Mallorca, na Espanha, que lucra cerca de R$ 14 blihões por ano. “No Rio de Janeiro há espaço a exploração de duas ou três Palmas de Mallorca, com potencial instantâneo para lucrar R$ 20 bilhões com esta atividade”, completou.
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