Rafael Carreira   |   15/05/2014 14:07

Abesata investe R$ 4 mi em preparação para a Copa

A Abesata está se preparando para a crescente demanda de serviços prevista para a Copa do Mundo entre os meses de junho e julho. Para tanto, as empresas associadas da entidade, que representam cerca de 70% do setor, já investiram conjuntamente mais de R$ 4 milhões em novos equipamentos.

A Abesata (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares de Transporte Aéreo) está se preparando para a crescente demanda de serviços prevista para a Copa do Mundo, entre junho e julho. Para tanto, as empresas associadas da entidade, que representam cerca de 70% do setor, já investiram conjuntamente mais de R$ 4 milhões em novos equipamentos.

“Do total investido, pouco menos de R$ 3,5 milhões foram destinados aos aeroportos de Guarulhos e de Brasília, onde a demanda deve ser maior ao longo da competição”, revelou o presidente da Abesata, Ricardo Miguel. Os equipamentos serão usados em serviços como vigilância, check-in, manuseio de cargas e bagagens, limpeza e reabastecimento de aeronaves, comissaria, ações emergenciais e outros.

Outra medida tomada em preparação para o Mundial foi a criação de um pool de empresas em todas as cidades-sede da competição. “Com o pool esperamos estar aptos para suprir a demanda de qualquer serviço necessário e, assim garantir o bom andamento do serviço aeronáutico durante o evento”, afirmou Miguel.

Além de novos equipamentos, as empresas de serviços auxiliares investirão também em pessoal. “Até março o setor já havia empregado cerca de 800 profissionais a mais do que no fim de 2013. Esperamos que até o meio do ano, este número seja de 1,8 mil colaboradores a mais do que no ano anterior”, disse o executivo. Segundo o Ministério do Trabalho, no ano passado as empresas associadas foram responsáveis por empregar 44,2 mil trabalhadores.

BAGAGENS
Segundo a Abesata, o extravio e os danos a bagagens não devem ser um problema durante a realização da Copa do Mundo no País. Apesar de atualmente este item responder por cerca de 24% de todas as reclamações recebidas pelos aeroportos nacionais, o número de incidentes vem diminuindo e de 2012 para 2013 registrou queda de 21,2%.

“Os números de extravio de bagagem no Brasil nos fazem crer no bom andamento deste serviço. Os dados da Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas), revelam que a aviação brasileira tem melhores resultados nesta operação do que a aviação européia ou norte-americana”, explica Miguel. A média nacional de extravio de bagagens é, hoje, menor do que 3%, enquanto a mundial chega a 7%.

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