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Boeing: queda em receita e recorde de entregas em 2017

Divulgação/ Boeing
Recorde de 763 entregas não fez com que a Boeing superasse as receitas de 2016
Recorde de 763 entregas não fez com que a Boeing superasse as receitas de 2016
A Boeing registrou uma leve queda nas receitas em 2017 mesmo após bater o recorde de aeronaves entregues. A fabricante norte-americana viu os US$ 94,5 bilhões de 2016 caírem para US$ 93,3 bilhões no ano passado, representados pelas 763 entregas comerciais entre janeiro e dezembro.

Em compensação, a companhia destaca o recorde também no fluxo de caixa operacional, totalizando US$ 13,3 bilhões, 27% a mais do que em 2016. O lucro de operações também cresceu significativamente, subindo a US$ 10,2 bilhões (+76%).

"Esse desempenho permite maiores investimentos em nossas pessoas e nossos negócios e maior retorno de caixa para os acionistas", disse o presidente e diretor executivo da Boeing, Dennis Muilenburg.

O executivo também lembrou que foi em 2017 que a empresa entregou os primeiros 737 Max, além de lançar o 737 Max 10 e completar o primeiro voo em um 787-10. "Nos posicionamos ativamente para futuros mercados e para com o crescimento do setor, desenvolvendo novos produtos, serviços e investindo mais", concluiu.

Para 2018, a Boeing já revela algumas perspectivas de mercado com novos recordes. Além de um fluxo de caixa operacional próximo dos US$ 15 bilhões, também pretende entregar entre 810 e 815 aeronaves para atingir valores entre US$ 96 bilhões e US$ 98 bilhões em receitas.


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