Qual o legado gerado pelos megaeventos?
O último painel do Seminário de turismo e Negócios, na Fecomércio (SP) tratou do legado que os megaeventos deixam para o destino. A apresentação
O último painel do Seminário de turismo e Negócios, na Fecomércio (SP) tratou do legado que os megaeventos deixam para o destino. A apresentação foi moderada por Toni Sando, do São Paulo Convention Bureau. “Em termos gerais podemos ver cinco itens que os eventos podem gerar: imagem, parcerias, exportações, desenvolvimento urbano e facilidades para as comunidades. A pesquisa feita após os jogos olímpicos em Sidnei mostra que a marca Austrália esteve entre os países mais importantes quando o assunto é esporte. Já a marca Sidnei foi listada como um dos destinos mais desejáveis, principalmente nos Estados Unidos”, explica o o diretor da KPMG e ex-diretor do Tourism Australia, Geoff Buckley.
“Não somos mais um monte de cangurus por toda parte, agora somos destino sofisticado, mostramos o estilo de vida do país. E foi isso que trouxe as parcerias, a marca do país mudou em várias áreas. O destino tem que conversar com seu patrocinador, com o seu parceiro. Tem que alinhar estratégia”, completa.
Para a doutora e professora da USP, Mariana Aldrigui, o principal legado dos grandes eventos é o estilo de vida. “A ideia é que muita gente observe o País. Esperamos que elas tenham interesse em visitar o Brasil. Mas precisamos melhorar o profissional nível base. A chave do sucesso é o profissionalismo”, disse.
Participou também do painel Cassio Santos, do Sebrae. Segundo ele, a instituição criou quatro novos produtos destinados para agências de receptivo. “Os produtos têm o intuito de ajudar os profissionais a criarem novos produtos de turismo. Os eventos vão mostrar para esses profissionais novos hábitos de consumo e ainda desenvolver o turismo, além da capital paulista, como o turismo de aventura no interior de São Paulo”, concluiu.
“Não somos mais um monte de cangurus por toda parte, agora somos destino sofisticado, mostramos o estilo de vida do país. E foi isso que trouxe as parcerias, a marca do país mudou em várias áreas. O destino tem que conversar com seu patrocinador, com o seu parceiro. Tem que alinhar estratégia”, completa.
Para a doutora e professora da USP, Mariana Aldrigui, o principal legado dos grandes eventos é o estilo de vida. “A ideia é que muita gente observe o País. Esperamos que elas tenham interesse em visitar o Brasil. Mas precisamos melhorar o profissional nível base. A chave do sucesso é o profissionalismo”, disse.
Participou também do painel Cassio Santos, do Sebrae. Segundo ele, a instituição criou quatro novos produtos destinados para agências de receptivo. “Os produtos têm o intuito de ajudar os profissionais a criarem novos produtos de turismo. Os eventos vão mostrar para esses profissionais novos hábitos de consumo e ainda desenvolver o turismo, além da capital paulista, como o turismo de aventura no interior de São Paulo”, concluiu.