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Entenda como a Fórmula 1 gera milhões para o Turismo


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O Brasil recebe neste final de semana o famoso "circo" da Fórmula 1. A modalidade que ficou famosa no País por causa de nomes como Ayrton Senna e Nelson Piquet, ambos tricampeões mundiais, circula durante o ano por circuitos em quase todos os continentes, e movimenta grandes valores na economia desses locais. E, é claro, o Turismo também se aproveita.

Para um país receber uma corrida de Fórmula 1, é preciso pagar cerca de US$ 33 milhões, segundo a revista Forbes, e esse valor é custeado pelo governo local. Entretanto, apesar do alto custo, esse é um investimento considerado positivo, já que os ganhos posteriores costumam ser maiores que o valor pago.

Atualmente, as corridas de Fórmula 1 são a série de esporte mais assistida na TV no mundo. Não à toa os países fazem fila para se tornar sede do evento, que tem mais de 400 milhões de espectadores.

Em 2016, 21 corridas fazem parte do calendário da F1. Para quem participa, como o Brasil, por meio do circuito de Interlagos, em São Paulo, isso representa uma exposição gratuita do Turismo do destino na TV. É verdade que o novo prefeito da capital paulista, João Dória, prometeu privatizar o local, alegando altos custos de manutenção. Mas o dinheiro gasto pelos espectadores gera uma receita para o governo. Em 2014, a SPTuris estimou que o Grande Prêmio do Brasil trouxe a São Paulo um impacto de R$ 260 milhões, com 130 mil turistas de 18 países, e os hotéis apresentando taxas de ocupação superiores a 70%.

No Exterior, há casos emblemáticos. Após 25 anos, a Cidade do México voltou a ser palco do Grande Prêmio do México e a competição teve o maior público presente nos três dias do evento, com mais de 335 mil espectadores. A corrida gerou movimentação de US$ 169,1 milhões na economia mexicana em 2015. Segundo aForbes, a competição deste ano pode ter repetido a quantia arrecadada, já que 90% dos ingressos foram vendidos antecipadamente.


*Fonte: Forbes

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