Flygap: "temos de atuar em todos canais de distribuição"

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Emerson Souza
Riq Lima, da Worldpackers, Rui Alves, da Flytour Gapnet, Natalie Witte, assessora jurídica, e Renê Castro, da PANROTAS
Riq Lima, da Worldpackers, Rui Alves, da Flytour Gapnet, Natalie Witte, assessora jurídica, e Renê Castro, da PANROTAS

O tradicional e o disruptivos podem andar juntos? Não só podem como devem. Segundo o sócio e vice-presidente da Flytour Gapnet, Rui Alves, painelista do Camp de Inovação no Turismo, a indústria de viagens tem muito a aprender com as startups.

Com a presença do fundador da Worldpackers, plataforma colaborativa on-line que conecta hóspedes a moradores de casa em um intercâmbio cultural, Riq Lima, e a assessora jurídica Natalie Witte, o empresário abraça a ideia de unir os dois mundos.

À frente de uma das maiores empresas do Turismo do País, Alves sugere à indústria brasileira a reorganizar seu modus operandi. “O que vem pela frente é a adaptação do negócio de viajar. Mas nisso nos anima muito porque está gerando um mercado novo. O modelo [da indústria] não é híbrido. Temos de atuar em todos os canais de distribuição”, assinalou.

Emerson Souza

Ele ainda recorre ao boom da internet no início do século para mostrar o impacto que a indústria sofreu. Segundo ele, era quase profetizado o fim do modelo de distribuição pelo agente de viagens, mas não se concretizou. “As on-line travel agencies [OTAs] vieram para ficar, mas a distribuição ou o agente de viagens não vão morrer”, disse.

Lima e Natalie, que convivem com empresas e ideias desafiadoras, acreditam que ambas as partes devem se unir. “Ter uma opção a mais para trabalhar é sempre bom”, disse o fundador da Worldpackers.

O Camp de Inovação no Turismo é um evento realizado por PANROTAS e Sebrae, organizado pela Imaginadora e com apoio do Maksoud Plaza, da Comschool e R1 Soluções Audiovisuais
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