Novo CEO da Costa Cruzeiros vem da Aida Cruises
Pier Luigi Foschi vai deixar a liderança da gestão executiva da Costa Cruzeiros a 1° de julho, sendo substituído pelo atual presidente da Aida Cruises, Michael Thamm
NOTÍCIA DO PRESSTUR, PARCEIRO EDITORIAL DO PANROTAS EM PORTUGAL
Pier Luigi Foschi vai deixar a liderança da gestão executiva da Costa Cruzeiros a 1° de julho, sendo substituído pelo atual presidente da Aida Cruises, Michael Thamm, em uma mudança que a companhia salienta que “há muito” estava programada, “uma vez que Foschi atingiu os 65 anos em setembro e irá aposentar-se”.
O comunicado da Costa Cruzeiros em que é anunciada a mudança de CEO não refere em qualquer momento o acidente ocorrido em meados de janeiro com o Costa Concordia, dedicando-se exclusivamente a enaltecer o papel de Pier Luigi Foschi, que entrou para a companhia em 1997 e assumiu a presidência em 2000.
Entre outros aspectos é destacado que “sob a liderança de Foschi, a companhia lançou um programa de expansão da frota na ordem dos 11 bilhões de euros”, passando a contar com a maior frota da Europa, com um total de 25 navios, 14 da Costa Cruzeiros, oito da Aida Cruises e três da Ibero Cruzeiros, a que se somarão mais seis até 2016, dois dos quais na Costa Cruzeiros e os outros quatro na Aida Cruises.
O comunicado salienta também que nesses 15 anos a Costa Cruzeiros passou de 363 mil para 2,3 milhões de passageiros, de 572,4 milhões de euros de receitas para 3,1 bilhões em 2011 (+540%) e “com os lucros a crescer constantemente nos últimos dez anos”, o que a levou a ascender ao Top10 das empresas italianas mais lucrativas (segundo o estudo Mediobanca 2010).
“Pier tornou a Costa numa organização de sucesso e rentável. Por isso, temos de lhe agradecer pelos vários anos de dedicação”, diz o CEO da Carnival Corp., Micky Arison, empresa-mãe da Costa Cruzeiros citado no comunicado em que é anunciada a mudança da liderança executiva da Costa.
Arison diz na mesma declaração que o ainda CEO da Costa informou “há algum tempo que pretendia aposentar-se assim que completasse os 65 anos” e sublinha que “o anúncio de hoje faz parte do plano de sucessão de longa data que nos permitiu encontrar internamente indivíduos qualificados para supervisionar as nossas marcas”.
Sobre o futuro CEO da Costa Cruzeiros, Micky Arison diz que “tem feito um trabalho soberbo na gestão da Aida Cruises e estamos certos de que irá continuar estes esforços ao leme da Costa”.
O comunicado informa que apesar de deixar de ser CEO da Costa, Pier Luigi Foschi “permanecerá como presidente e diretor geral do Grupo Costa e como membro do Conselho de Administração da Carnival Corporation & PLC”.
Pier Luigi Foschi vai deixar a liderança da gestão executiva da Costa Cruzeiros a 1° de julho, sendo substituído pelo atual presidente da Aida Cruises, Michael Thamm, em uma mudança que a companhia salienta que “há muito” estava programada, “uma vez que Foschi atingiu os 65 anos em setembro e irá aposentar-se”.
O comunicado da Costa Cruzeiros em que é anunciada a mudança de CEO não refere em qualquer momento o acidente ocorrido em meados de janeiro com o Costa Concordia, dedicando-se exclusivamente a enaltecer o papel de Pier Luigi Foschi, que entrou para a companhia em 1997 e assumiu a presidência em 2000.
Entre outros aspectos é destacado que “sob a liderança de Foschi, a companhia lançou um programa de expansão da frota na ordem dos 11 bilhões de euros”, passando a contar com a maior frota da Europa, com um total de 25 navios, 14 da Costa Cruzeiros, oito da Aida Cruises e três da Ibero Cruzeiros, a que se somarão mais seis até 2016, dois dos quais na Costa Cruzeiros e os outros quatro na Aida Cruises.
O comunicado salienta também que nesses 15 anos a Costa Cruzeiros passou de 363 mil para 2,3 milhões de passageiros, de 572,4 milhões de euros de receitas para 3,1 bilhões em 2011 (+540%) e “com os lucros a crescer constantemente nos últimos dez anos”, o que a levou a ascender ao Top10 das empresas italianas mais lucrativas (segundo o estudo Mediobanca 2010).
“Pier tornou a Costa numa organização de sucesso e rentável. Por isso, temos de lhe agradecer pelos vários anos de dedicação”, diz o CEO da Carnival Corp., Micky Arison, empresa-mãe da Costa Cruzeiros citado no comunicado em que é anunciada a mudança da liderança executiva da Costa.
Arison diz na mesma declaração que o ainda CEO da Costa informou “há algum tempo que pretendia aposentar-se assim que completasse os 65 anos” e sublinha que “o anúncio de hoje faz parte do plano de sucessão de longa data que nos permitiu encontrar internamente indivíduos qualificados para supervisionar as nossas marcas”.
Sobre o futuro CEO da Costa Cruzeiros, Micky Arison diz que “tem feito um trabalho soberbo na gestão da Aida Cruises e estamos certos de que irá continuar estes esforços ao leme da Costa”.
O comunicado informa que apesar de deixar de ser CEO da Costa, Pier Luigi Foschi “permanecerá como presidente e diretor geral do Grupo Costa e como membro do Conselho de Administração da Carnival Corporation & PLC”.