Rede Decameron terá escritório comercial no Brasil

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PANROTAS / Emerson Souza
O diretor comercial regional da Decameron para Equador, Peru, Bolívia e Brasil, Daniel Suárez Caicedo, e a responsável pelas Vendas Internacionais da rede no País, Cíntia Silva, com a logomarca da empresa
O diretor comercial regional da Decameron para Equador, Peru, Bolívia e Brasil, Daniel Suárez Caicedo, e a responsável pelas Vendas Internacionais da rede no País, Cíntia Silva, com a logomarca da empresa
Para atender o mercado brasileiro com uma estrutura maior e melhor, a Rede Decameron, que administra 42 unidades em 11 países na América Latina e África, terá um escritório comercial próprio no Brasil. De origem colombiana, a Decameron atua no País desde setembro de 2013 com um pequeno escritório em São Paulo, com uma pessoa – a responsável pelas Vendas Internacionais, Cíntia Silva.

“O Brasil é um mercado com um potencial muito grande para a Decameron, e os brasileiros gostam de viajar, têm poder aquisitivo e adoram o sistema tudo incluído, que oferecemos com marcas de qualidade e fartura em 35 empreendimentos. Por isso que estaremos aqui de uma forma mais forte e dinâmica”, justifica o investimento o diretor comercial regional da rede para Equador, Peru, Bolívia e Brasil, Daniel Suárez Caicedo, em entrevista exclusiva à reportagem da Panrotas e PanHotéis.

Segundo Caicedo, advogados da Decameron já estão trabalhando nos trâmites legais para a obtenção do CNPJ. “Eles também estão buscando um imóvel em São Paulo para que possamos abrir o escritório daquia cerca de dois meses”, estima o diretor. “O espaço terá 220 m2, onde trabalharão oito pessoas no total.”

Outro benefício para atrair ainda mais as operadoras brasileiras, “é que teremos um novo site com sistema de reservas on-line”.

PAGAMENTOS EM REAIS
Com o CNPJ, a Decameron vai agilizar a parte comercial juntos às operadoras brasileiras. “Os pagamentos dos pacotes e das comissões são feitos via transferência no Exterior. Com o nosso escritório operando, todas essas transações serão feitas aqui no Brasil e em reais”, explica o diretor.

“Hoje o Brasil ocupa o sexto lugar no ranking dos maiores mercados para a Decameron. Após 12 meses da abertura do escritório em São Paulo, estimo que o País possa subir para o terceiro lugar e, após 24 meses, tem todas as condições de ser o primeiro”, analisa Caicedo, que recebeu alguns operadores para um almoço hoje na capital paulista.
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