Marca e parcerias fazem Hertz driblar crise no Brasil

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Netto Moreira
Luciano Bianchi, presidente da Hertz Brasil
A crise econômica atinge todo o setor de locação de automóveis no Brasil, mas a Hertz tem conseguido maneiras de driblar os momentos ruins e crescer em meio ao temporal. Primeiramente a empresa aproveita o fato de ser uma marca global para atrair o turista internacional, expectativa que fica ainda maior em ano de jogos olímpicos.

Mas não é apenas aproveitando do nome que a Hertz Brasil cresceu dois dígitos em 2015 na comparação com 2014. Segundo o presidente da companhia no País, Luciano Bianchi, há um entendimento que o brasileiro tem perdido o medo de alugar carros, e nada melhor do que trabalhar a transparência com o cliente e criar parcerias com programas de fidelidades e bancos para fomentar o lazer.

“No panorama mundial as locações de automóveis corporativas detêm um share maior do que lazer, mas no Brasil tem sido o inverso, com 40% no corporativo e 60% lazer. Por isso temos benefícios para os clientes de cartão de crédito, telefonia, bancos e outros produtos”, afirma Bianchi. “Em momento de crise, a tendência do corporativo é de terceirização de frota, que é outro forte aspecto da Hertz no Brasil. Ano passado teve um grande crescimento na terceirização para empresas, que veem essa necessidade de fazer um investimento mais rentável no médio e longo prazo.”

Atualmente a Hertz tem 96 lojas no Brasil, mas segundo o dirigente a expectativa é de ter mais 30 neste ano. “Nossa frota é muito diversificada, com opções do econômico ao luxo. São mais de 20 mil carros no Brasil.”
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