Abav vê valorização do agente na volta da Tam ao GDS
O presidente da Abav Nacional, Carlos Alberto Amorim Ferreira, o Kaká, que está em São Paulo para uma reunião nesta quinta-feira, na Tam, viu com muitos bons olhos o anúncio do retorno da empresa aérea aos GDSs
O presidente da Abav Nacional, Carlos Alberto Amorim Ferreira, o Kaká, que está em São Paulo para uma reunião nesta quinta-feira, na Tam, viu com muitos bons olhos o anúncio do retorno da empresa aérea aos GDSs. "É um passo muito importante. Era um pedido dos agentes de viagens e mostra que, ao valorizar um canal usado pelos agentes e que facilita seu dia a dia, a Tam tem as agências como importante parceiro distribuidor", disse ele.
O que lhe dá ânimo para a reunião de hoje, onde irá acompanhado de Faustino Pereira e Edmar Bull, da Abracorp, além do advogado Joandre Ferraz. Na paita, claro, a taxa DU no internacional. A Abav continua querendo que a Tam e as demais aéreas cobrem uma taxa também na venda direta em seus portais. As negociações estão abertas.
Um fato, porém, pode complicar o rumo do acordo. Ontem, Kaká esteve em Brasília, para uma audiência no Ministério Público, que entende que o acordo da Abav com a Tam, que fixa a DU em 10% da tarifa (ou R$ 30), caracteriza um cartel. O MP pede que a Abav e a Tam mudem o acordo, e uma saída seria a DU flexível, algo que a Gol já tentou emplacar em negociações com a Abav. Ou seja, a agência cobraria o valor que quisesse e achasse justo do seu passageiro. E a empresa aérea faria o mesmo. A Abav estuda uma alternativa para apresentar ao MP.
O que lhe dá ânimo para a reunião de hoje, onde irá acompanhado de Faustino Pereira e Edmar Bull, da Abracorp, além do advogado Joandre Ferraz. Na paita, claro, a taxa DU no internacional. A Abav continua querendo que a Tam e as demais aéreas cobrem uma taxa também na venda direta em seus portais. As negociações estão abertas.
Um fato, porém, pode complicar o rumo do acordo. Ontem, Kaká esteve em Brasília, para uma audiência no Ministério Público, que entende que o acordo da Abav com a Tam, que fixa a DU em 10% da tarifa (ou R$ 30), caracteriza um cartel. O MP pede que a Abav e a Tam mudem o acordo, e uma saída seria a DU flexível, algo que a Gol já tentou emplacar em negociações com a Abav. Ou seja, a agência cobraria o valor que quisesse e achasse justo do seu passageiro. E a empresa aérea faria o mesmo. A Abav estuda uma alternativa para apresentar ao MP.