No Brasil, millennials são atraídos por prêmios em dinheiro

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Jovens de 18 a 30 anos, mais conhecidos como millennials, estão novamente no foco dos centros de pesquisas que de desdobram para entender os principais (e complexos) perfis de consumo da geração. Desta vez, um levantamento realizado pela agência de marketing promocional Bulett, em parceria com a Me Seems, mostrou que eles preferem promoções rápidas e com retorno em dinheiro.

A análise foi feita com 1,2 mil jovens brasileiros e desenvolvida a partir de um sentimento de carência de dados sobre o consumo no Brasil, que possui campanhas completamente distintas das norte-americanas, por exemplo. Essa é a visão do sócio e CCO da Bulett, Mentor Muniz Neto. ”Os millennials beiram quase trinta anos hoje, sendo parte ativa do mercado de consumo, e por isso a gente precisa entender mais seu comportamento”, avaliou.

Entre os entrevistados, 67% já participaram de ações promocionais e 32% afirmaram ter comprado algum produto influenciado por iniciativas do gênero. Prêmios em dinheiro foram citados como mais desejados por 40% dos jovens, seguidos de bens como casa e carros (22%) e prêmios em viagens ou entretenimento (20%).

Neto lembra que o interesse por prêmios em espécie é algo histórico no Brasil. “Embora seja o prêmio mais desejado entre os millennials, está diluído entre outras intenções, o que difere das outras gerações”, destacou. Ele afirma ainda que, diferente do esperado, essa geração não costuma ser atraída por prêmios relacionados à tecnologia. A alternativa, inclusive, só foi citada por 14% dos participantes.

O fato de os millennials sobreporem o interessem em viagens em relação ao consumo de bens materiais foi outro argumento utilizado pela agência para esclarecer os resultados da pesquisa. A análise mostrou ainda que 39% dos entrevistados gostam de mecânicas por performance como “junte e troque”, ou seja rápidas, enquanto 34% optam pelo “compre, ganhe e concorra”. “Isso tem a ver com uma postura mais ativa dessa geração, que quer ter independência e definir se vai ganhar ou não”, explicou Neto.


*Fonte: Meio e Mensagem

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