Burocracia e infraestrutura prejudicam Brasil em ranking

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Os recursos naturais brasileiros foram os principais responsáveis pela colocação do Brasil em 51º lugar no ranking de Competitividade em Viagem e Turismo, do Fórum Econômico Mundial, que analisa 140 países. Dos 14 quesitos analisados, divididos em itens, o País ocupa a primeira colocação em recursos naturais, que considera a quantidade de sítios naturais classificados como Patrimônios da Humanidade, o total de espécies conhecidas e a qualidade do meio ambiente, entre outros itens.

Enquanto as belezas naturais brasileiras aumentam a competitividade turística do País, infraestrutura e burocracia prejudicam. O Brasil ficou em 129º lugar no quesito que analisa a infraestrutura para transporte terrestre e na 119ª posição quando analisadas as regulamentações e determinações políticas, que trata de itens como o tempo para abertura de novos negócios – onde o País aparece em 138º lugar. A qualidade do transporte terrestre foi prejudicada, principalmente, pela baixa classificação da infraestrutura portuária, que rendeu ao Brasil a 132ª colocação no rankig dos 140 países analisados.

Os preços da indústria de viagens e turismo também prejudicam a competitividade brasileira, com o País ocupando a 126ª posição nesse quesito. Entre os itens analisados está a extensão e os efeitos dos impostos, quesito no qual o Brasil teve o pior desempenho entre os 140 países. As taxas aeroportuárias também são analisadas no quesito “preços” e renderam ao País o 118º lugar no ranking.

POSITIVO
Além dos recursos naturais, itens como os recursos culturais e a sustentabilidade ambiental ajudaram o Brasil a ganhar posições no ranking. Em recursos culturais, o país ocupa a 23ª colocação, enquanto em sustentabilidade, a posição é a 30ª. O relatório avalia medidas e políticas adotadas por 140 países e sua eficácia em estimular a indústria de viagem e turismo.
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