Phocuswright mapeia viagens on-line na Am. Latina

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PANROTAS / Emerson Souza
Carolina Sass de Haro, da Mapie, representante Phocuswright no Brasil, e Luke Bujarski, diretor de Pesquisa da Phocuswright e responsável pelo estudo América Latina
Carolina Sass de Haro, da Mapie, representante Phocuswright no Brasil, e Luke Bujarski, diretor de Pesquisa da Phocuswright e responsável pelo estudo América Latina
LOS ANGELES – Especializada em pesquisas e estudos no setor de Tecnologia e Viagens, a Phocuswright, que realize sua conferência anual esta semana, em Los Angeles (EUA), lançou para venda a segunda edição de seu estudo sobre Viagens On-line na América Latina. O Portal PANROTAS traz com exclusividade alguns dados sobre o mercado brasileiro, que, com o mexicano, representam 68% das reservas on-line na região. A previsão da Phocuswright é que, hoje líder, o Brasil seja ultrapassado pelo México nos próximos dez anos.

De acordo com o estudo, o crescimento de compra de viagens na América Latina tem como destaque uma classe média emergente, e apesar da economia de alguns países terem entrada em uma desaceleração, o futuro é de crescimento tanto para os canais on-line quanto para os chamados tradicionais. Em 2016, o número de reservas de viagens na América Latina deve chegar a quase US$ 100 bilhões, um aumento de 23% em três anos.

As reservas de viagens on-line chegarão a US$ 24,4 bilhões, contra US$ 14,1 bilhões em 2012.
O segmento corporativo lidera em vendas, mas em países como o México e a Colômbia, com uma classe média forte e ascendente, o lazer está cada vez mais disponível ao consumidor de viagens. As OTAs, segundo a Phocuswright, continuam crescendo dois dígitos ao ano.

O estudo destaca o crescimento das agências de viagens tradicionais, mas afirma que a questão na região é “quando” e não “se” haverá migração para o mundo on-line. O que vai acelerar ou retardar o movimento são fatores como iniciativas e regulações governamentais, fornecedores dispostos a investir em plataformas inovadoras para os consumidores, intermediários dispostos a competir, adoção dos dispositivos móveis (compra mobile é muito baixa na região e apontada como futuro em todo o mundo), avanços em pagamento e segurança e outras pressões mercadológicas.

Outros destaques da pesquisa para a América Latina:

- Os fornecedores capturaram um share maior do mercado on-line em relação às OTAS, chegando a 59%. Ajudam nesse domínio marcas fortes como Lan, Tam e Avianca.

- Brasil e Chile são os mercados mais competitivos para OTAs. Ambos têm as maiores taxas de penetração on-line da região e os maiores índices de crescimento.

- Na Argentina, a situação política e recentes medidas do governo seguraram o crescimento das vendas on-line. No México, há baixa penetração e uma preferência

O Portal PANROTAS viaja a convite da Phocuswright, Delta Air Lines, Turismo de Los Angeles, com proteção GTA
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