Agentes respondem por 96% das vendas da Queensberry

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Da Redação
Em meio a uma série de mudanças mercadológicas, com alterações profundas no modelo de distribuição dos muitos produtos e serviços da indústria de viagens, a Queensberry se coloca como uma empresa que segue valorizando os agentes de viagens. Isso porque a operadora tem nesses profissionais o seu principal canal intermediador de vendas. Os números comprovam a teoria: 96% da receita da Queensberry é feitas por agências de viagens, e somente 4% é fruto de vendas diretas ao passageiro.

Esse, claro, é um dos motivos que incentivam a operadora a continuar investindo neste canal, como falou o diretor de Vendas da operadora, Marco Lourenço.

“Buscamos sempre criar eventos, capacitações e encontros com os agentes de viagens para ele conhecer o nosso produto e se sentir próximo.”
Jhonatan Soares
Presidente da Queensberry, Martin Jensen

A relação da Queensberry com os agentes é tão forte que pouquíssimos clientes compram direto com a operadora, como afirma a gerente de vendas do GBM, Ana Luiza Fernandes. “São apenas aqueles passageiros que realmente preferem e fazem questão. Não estimulamos esse tipo de contato. O maior vendedor dos nossos produtos sempre será o agente de viagens", garante ela.

A relação entre as duas partes vai de vento em polpa, de fato, já que o último evento promovido pela operadora em São Paulo contou com a presença de 105 agentes de viagens.

RECORDE
A crise parece ser coisa do passado para a empresa. Isso porque, além do lançamento de novos produtos, a operadora registrou recorde de vendas em junho deste ano, o maior desempenho dos últimos seis anos.

O presidente da operadora, Martin Jensen, afirmou em um discurso aos agentes ter ficado surpreso com o resultado.

“Foi o segundo melhor mês de junho de todos os tempos da Queensberry. Difícil acreditar que isso aconteceu justamento no momento em que estamos vivendo no País.”
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