Mário Moysés discute receptivo com empresários no Rio
Na manhã e hoje (15) executivos da iniciativa privada e do poder público se reuniram no hotel Fasano, no Rio de Janeiro, para discutirem ações com o intuito de movimentar o turismo da cidade. Na ocasião, o secretário de Turismo do Rio e presidente da Riotur, Antonio Pedro Figueira de Mello
Na manhã e hoje (15) executivos da iniciativa privada e do poder público municipal, estadual e federal se reuniram no hotel Fasano, no Rio de Janeiro, para discutirem ações com o intuito de movimentar o turismo da Cidade Maravilhosa. Na ocasião, o secretário de Turismo do Rio e presidente da Riotur, Antonio Pedro Figueira de Mello, apresentou ao presidente da Embratur, Mário Moysés, propostas de melhorias do receptivo internacional, dentre outras ações.
“Temos que aproveitar o bom momento do Rio e promover a cidade como porta de entrada para os turistas estrangeiros. É necessário um aprimoramento do receptivo. O destino é considerado caro e para isso a qualificação deve ser de qualidade. Não registramos queda de visitantes oriundos do Exterior como outras cidades brasileiras”, declarou o secretário, destacando que os pontos negativos, como a falta de aéreo, estão sendo trabalhados.
Para o presidente da Embratur, Mário Moysés, é importante encontrar com representantes dos setores turísticos de diferentes segmentos para trocar informações e alinhar ações. “Conseguimos trocar ideias para impulsionar o turismo internacional no Rio, que vive um momento particular de grande demanda com o forte componente da procura doméstica. A valorização do real fez com que o produto encarecesse e a procura interna não deixou os preços caírem. O que devemos fazer é mostrar a qualidade incorporando conteúdo, como programação de eventos culturais e corporativos, gastronomia, etc”, disse.
Segundo o presidente da Bito, Salvador Saladino, foi criada uma corrente entre a Embratur, o Estado do Rio e a Bito, que deverá crescer. “O turismo receptivo internacional está em um momento crítico. O evento Destination Brasil Showcase (DBS) não acontece na atual conjuntura porque não adianta oferecer o que não tem para quem vender”, ressaltou.
“Temos que aproveitar o bom momento do Rio e promover a cidade como porta de entrada para os turistas estrangeiros. É necessário um aprimoramento do receptivo. O destino é considerado caro e para isso a qualificação deve ser de qualidade. Não registramos queda de visitantes oriundos do Exterior como outras cidades brasileiras”, declarou o secretário, destacando que os pontos negativos, como a falta de aéreo, estão sendo trabalhados.
Para o presidente da Embratur, Mário Moysés, é importante encontrar com representantes dos setores turísticos de diferentes segmentos para trocar informações e alinhar ações. “Conseguimos trocar ideias para impulsionar o turismo internacional no Rio, que vive um momento particular de grande demanda com o forte componente da procura doméstica. A valorização do real fez com que o produto encarecesse e a procura interna não deixou os preços caírem. O que devemos fazer é mostrar a qualidade incorporando conteúdo, como programação de eventos culturais e corporativos, gastronomia, etc”, disse.
Segundo o presidente da Bito, Salvador Saladino, foi criada uma corrente entre a Embratur, o Estado do Rio e a Bito, que deverá crescer. “O turismo receptivo internacional está em um momento crítico. O evento Destination Brasil Showcase (DBS) não acontece na atual conjuntura porque não adianta oferecer o que não tem para quem vender”, ressaltou.